quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Exportação Direta e Indireta
Exportação é a venda de bens, produtos ou serviços a serem utilizados ou consumidos em outro país. Pode ser feita de forma Direta, quando as cooperativas/empresas são responsáveis por todos os procedimentos de exportação (comerciais e operacionais); ou de forma Indireta, quando a operação do processo de exportação é executada por um interveniente, geralmente uma empresa de exportação.
1.1 Exportação direta
A exportação direta consiste na operação em que o produto exportado é faturado pelo próprio produtor ao importador. Este tipo de operação exige da empresa o conhecimento do processo de exportação em toda a sua extensão. Cabe assinalar que a utilização de um agente comercial pela empresa produtora/exportadora não deixa de caracterizar a operação como exportação direta. Nesta modalidade, o produto exportado é isento do IPI, e não ocorre a incidência do ICMS. Beneficia-se também dos créditos fiscais incidentes sobre os insumos utilizados no processo produtivo. No caso do ICMS, é recomendável consultar as autoridades fazendárias estaduais, sobretudo quando houver créditos a receber e insumos adquiridos em outros Estados.
1.2. Exportação indireta
A exportação indireta é realizada por intermédio de empresas estabelecidas no Brasil, que adquirem produtos para exportá-los. Estas empresas podem ser:
* trading companies (a venda da mercadoria pela empresa produtora para uma trading que atua no mercado interno é equiparada a uma operação de exportação, em termos fiscais);
* empresas comerciais exclusivamente exportadoras;
* empresa comercial que opera no mercado interno e externo;
* outro estabelecimento da empresa produtora - neste caso a venda a este tipo de empresa é considerada equivalente a uma exportação direta, assegurando os mesmos benefícios fiscais – IPI e ICMS; e
consórcios de exportadores.
Apesar de bem sucedidos em vários países, os consórcios de exportação ainda são pouco utilizados no Brasil. Trata-se de associações de empresas, juridicamente constituídas, que conjugam esforços e/ou estabelecem uma divisão interna de trabalho, com vistas à redução de custos, aumento da oferta de produtos destinados ao mercado externo e ampliação das exportações. Os consórcios podem ser formados por empresas que ofereçam produtos complementares ou mesmo concorrentes.
Fonte: Portogente
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Mercados e oportunidades para exportações
Mercados e oportunidades para exportações
Brasília - O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior informou que foi concluída a atualização do Sistema Radar Comercial relativa ao período de 2010 a 2012. A ferramenta foi desenvolvida para permitir a identificação de mercados e oportunidades para as exportações brasileiras. Feitas a partir da divulgação de dados oficiais de 84 países, as atualizações comportam 95% do comércio mundial.
Para consultar o banco de dados é necessário cadastrar-se na página da ferramenta na internet. Entre as informações recentes incluídas no sistema estão, por exemplo, análises de mercado da Bulgária, Costa Rica, do Paraguai e de Togo. As pesquisas podem ser programadas para fazer cruzamento de dados e permitir a comparação de mercados e variáveis. As análises são organizadas por triênio, para evitar sazonalidades e apontar tendências mercadológicas.
Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil
Edição: Fábio Massalli
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Quarta semana de agosto tem saldo de US$ 880 milhões.
As exportações, no período, foram de US$ 5,172 bilhões, com média diária de US$ 1,034 bilhão, que está 8,2% acima da média de US$ 955,2 milhões, registrada até a terceira semana do mês. Houve aumento das vendas de semimanufaturados (11,5%), com destaques para celulose, ouro em forma semimanufaturada, semimanufaturados de ferro e aço, couros e peles, e alumínio em bruto. Para os básicos (10,6%), a alta ocorreu por conta, principalmente, de minério de ferro, petróleo em bruto, milho em grão, farelo de soja e café em bruto. Entre os manufaturados (5,6%), aviões, açúcar refinado, motores e geradores, óleos combustíveis, e óxidos e hidróxidos de alumínio elevaram as exportações.
Na quarta semana de agosto, as importações foram de US$ 4,292 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 858,4 milhões. Na comparação com a média até a terceira semana do mês (US$ 933,6 milhões), houve retração de 8,1% sobre igual período comparativo, explicada, principalmente, pela queda nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, veículos automóveis e partes, químicos orgânicos e inorgânicos, e adubos e fertilizantes. (fonte: MDIC)
terça-feira, 27 de agosto de 2013
SOLUÇÃO DE CONSULTA SRRF/Disit (7ª RF) Nº 58, DE 13 DE JUNHO DE 2013.
EMENTA: É obrigatório que o número de série da mercadoria conste da Fatura Comercial / Invoice e da Declaração de Importação (DI), sob pena de multa por omissão de informação necessária ao controle aduaneiro, sem prejuízo de outras penalidades cabíveis.
DISPOSITIVOS LEGAIS:
Decreto nº 6.759, de 2009, arts. 557, inciso III, e 711, inciso III; IN SRF nº 680, de 2006, anexo único:
Da Fatura Comercial.
Art. 557. A fatura comercial deverá conter as seguintes indicações:
I - nome e endereço, completos, do exportador;
II - nome e endereço, completos, do importador e, se for caso, do adquirente ou do encomendante
predeterminado;
III - especificação das mercadorias em português ou em idioma oficial do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio, ou, se em outro idioma, acompanhada de tradução em língua portuguesa, a critério da autoridade aduaneira, contendo as denominações próprias e comerciais, com a indicação dos elementos indispensáveis a sua perfeita identificação.
Decreto nº 6.759, de 2009
Art. 711. Aplica-se a multa de um por cento sobre o valor aduaneiro da mercadoria (Medida Provisória nº 2.158-35, de 2001, art. 84, caput ; e Lei n 10.833, de 2003, art. 69, § 1 ):
I - classificada incorretamente na Nomenclatura Comum do Mercosul, nas nomenclaturas complementares ou em outros detalhamentos instituídos para a identificação da mercadoria;
II - quantificada incorretamente na unidade de medida estatística estabelecida pela Secretaria da Receita Federal do Brasil; ou
III - quando o importador ou beneficiário de regime aduaneiro omitir ou prestar de forma inexata ou incompleta informação de natureza administrativo-tributária, cambial ou comercial necessária à determinação do procedimento de controle aduaneiro apropriado.
§ 1 As informações referidas no inciso III do caput , sem prejuízo de outras que venham a ser estabelecidas em ato normativo da Secretaria da Receita Federal do Brasil, compreendem a descrição detalhada da operação, incluindo (Lei n 10.833, de 2003, art. 69, § 2 ):
I - identificação completa e endereço das pessoas envolvidas na transação: importador ou exportador; adquirente (comprador) ou fornecedor (vendedor), fabricante, agente de compra ou de venda e representante comercial;
II - destinação da mercadoria importada: industrialização ou consumo, incorporação ao ativo, revenda ou outra finalidade;
III - descrição completa da mercadoria: todas as características necessárias à classificação fiscal, espécie, marca comercial, modelo, nome comercial ou científico e outros atributos estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal do Brasil que confiram sua identidade comercial;
IN SRF nº 680, de 2006, anexo único.
DISPOSITIVOS LEGAIS:
Decreto nº 6.759, de 2009, arts. 557, inciso III, e 711, inciso III; IN SRF nº 680, de 2006, anexo único:
Da Fatura Comercial.
Art. 557. A fatura comercial deverá conter as seguintes indicações:
I - nome e endereço, completos, do exportador;
II - nome e endereço, completos, do importador e, se for caso, do adquirente ou do encomendante
predeterminado;
III - especificação das mercadorias em português ou em idioma oficial do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio, ou, se em outro idioma, acompanhada de tradução em língua portuguesa, a critério da autoridade aduaneira, contendo as denominações próprias e comerciais, com a indicação dos elementos indispensáveis a sua perfeita identificação.
Decreto nº 6.759, de 2009
Art. 711. Aplica-se a multa de um por cento sobre o valor aduaneiro da mercadoria (Medida Provisória nº 2.158-35, de 2001, art. 84, caput ; e Lei n 10.833, de 2003, art. 69, § 1 ):
I - classificada incorretamente na Nomenclatura Comum do Mercosul, nas nomenclaturas complementares ou em outros detalhamentos instituídos para a identificação da mercadoria;
II - quantificada incorretamente na unidade de medida estatística estabelecida pela Secretaria da Receita Federal do Brasil; ou
III - quando o importador ou beneficiário de regime aduaneiro omitir ou prestar de forma inexata ou incompleta informação de natureza administrativo-tributária, cambial ou comercial necessária à determinação do procedimento de controle aduaneiro apropriado.
§ 1 As informações referidas no inciso III do caput , sem prejuízo de outras que venham a ser estabelecidas em ato normativo da Secretaria da Receita Federal do Brasil, compreendem a descrição detalhada da operação, incluindo (Lei n 10.833, de 2003, art. 69, § 2 ):
I - identificação completa e endereço das pessoas envolvidas na transação: importador ou exportador; adquirente (comprador) ou fornecedor (vendedor), fabricante, agente de compra ou de venda e representante comercial;
II - destinação da mercadoria importada: industrialização ou consumo, incorporação ao ativo, revenda ou outra finalidade;
III - descrição completa da mercadoria: todas as características necessárias à classificação fiscal, espécie, marca comercial, modelo, nome comercial ou científico e outros atributos estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal do Brasil que confiram sua identidade comercial;
IN SRF nº 680, de 2006, anexo único.
ANEXO ÚNICO
INFORMAÇÕES A SEREM PRESTADAS PELO IMPORTADOR
42 - Descrição Detalhada da Mercadoria.
Descrição completa da mercadoria de modo a permitir sua perfeita identificação e caracterização.
INFORMAÇÕES A SEREM PRESTADAS PELO IMPORTADOR
42 - Descrição Detalhada da Mercadoria.
Descrição completa da mercadoria de modo a permitir sua perfeita identificação e caracterização.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
O que é Ex Works?
EXW - EX WORKS
• A mercadoria é colocada à disposição do comprador
no estabelecimento do vendedor, ou em outro local nomeado (fábrica, armazém,
etc.), não desembaraçada para exportação e não carregada em qualquer veículo
coletor;
• Este termo representa obrigação mínima para o vendedor;
• O comprador arca com todos os custos e riscos envolvidos em retirar a mercadoria do estabelecimento do vendedor;
• Desde que o Contrato de Compra e Venda contenha cláusula explícita a respeito, os riscos e custos envolvidos e o carregamento da mercadoria na saída, poderão ser do vendedor;
• EXW não deve ser usado se o comprador não puder se responsabilizar, direta ou indiretamente, pelas formalidades de exportação;
• Este termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte.
• Este termo representa obrigação mínima para o vendedor;
• O comprador arca com todos os custos e riscos envolvidos em retirar a mercadoria do estabelecimento do vendedor;
• Desde que o Contrato de Compra e Venda contenha cláusula explícita a respeito, os riscos e custos envolvidos e o carregamento da mercadoria na saída, poderão ser do vendedor;
• EXW não deve ser usado se o comprador não puder se responsabilizar, direta ou indiretamente, pelas formalidades de exportação;
• Este termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte.
Importação - Admissão temporária
Admissão Temporária é o regime aduaneiro que permite a entrada no País de certas mercadorias, com uma finalidade e por um período de tempo determinados, com a suspensão total ou parcial do pagamento de tributos aduaneiros incidentes na sua importação, com o compromisso de serem reexportadas.
Esse regime está regulamentado pela IN SRF n o 285/03 e legislações complementares que tratam de situações específicas e visa a facilitar o ingresso temporário no País de:
Esse regime está regulamentado pela IN SRF n o 285/03 e legislações complementares que tratam de situações específicas e visa a facilitar o ingresso temporário no País de:
Bens destinados à realização/participação em eventos de natureza cultural, artística, científica, comercial e esportiva, para assistência e salvamento, para acondicionamento e transporte de outros bens e para ensaios e testes, com a suspensão total de tributos ;
Máquinas e equipamentos para utilização econômica (prestação de serviços ou na produção de outros bens), sob a forma dearrendamento operacional , aluguel ou empréstimo, com suspensão parcial de tributos e pagamento proporcional ao tempo de permanência no País ; e
Bens destinados a operações de aperfeiçoamento ativo (montagem, renovação, recondicionamento, conserto, restauração, entre outros, aplicados ao próprio bem), com suspensão total do pagamento de tributos.
Máquinas e equipamentos para utilização econômica (prestação de serviços ou na produção de outros bens), sob a forma dearrendamento operacional , aluguel ou empréstimo, com suspensão parcial de tributos e pagamento proporcional ao tempo de permanência no País ; e
Bens destinados a operações de aperfeiçoamento ativo (montagem, renovação, recondicionamento, conserto, restauração, entre outros, aplicados ao próprio bem), com suspensão total do pagamento de tributos.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Componentes Eletrônicos - Hong Kong e Taiwan
Componentes eletrônicos de empresas de Hong Kong e Taiwan, tais como:
Diodo Retificadores, Cristal - Osciladores, Capacitores, Resistores, etc...
Representante exclusivo no Brasil - Olink of Business in Brazil
A Maniga coloca-se à disposição para assessorar e acompanhar todos os trâmites de importação de componente eletrônicos.
Fazemos habilitação no RADAR para empresas que ainda não importam, processo de importação door-to-door, desembaraço aduaneiro, classificação NCM, analise do ex-tarifário, analise dos produtos com redução de alíquotas do ICMS na importação, entre outros procedimentos.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Camex reduz imposto de 183 bens de capital para incentivar investimento na indústria.
05/08/2013 - (fonte MDIC)

Brasília (5 de agosto) – Foi publicada hoje, no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução Camex n°61, que concede redução de Imposto de Importação de 14% para 2%, até 31 de dezembro de 2014, para máquinas e equipamentos industriais sem produção no Brasil. A Câmara de Comércio exterior (Camex) aprovou a concessão de 183 ex-tarifários, sendo 157 novos e 26 renovações. Os investimentos globais e os investimentos relativos às importações dos equipamentos, vinculados aos ex-tarifários publicados hoje são de US$ 2,270 bilhões e US$ 469 milhões, respectivamente.
Os principais setores contemplados, em relação aos investimentos globais, foram o naval (57,28%); o siderúrgico (8,46%); e o de construção civil (5,33%). Entre os projetos analisados pelo Comitê de Análise de Ex-tarifários (Caex), e que serão beneficiados com a redução de Imposto de Importação, estão investimentos de US$ 1,3 bilhões na construção de um estaleiro na Bahia, com previsão de gerar 5 mil empregos diretos; de US$ 75 milhões, na expansão de uma indústria de embalagens em São Paulo; e de US$ 61 milhões no aumento a capacidade de produção de semicondutores no Rio Grande do Sul.
Em relação aos países de origem das importações beneficiadas com redução de alíquotas destacam-se a China (40,18%); os Estados Unidos (16,65%); e a Alemanha (14,54%).
O que são ex-tarifários
O regime de ex-tarifários estimula os investimentos produtivos pela redução temporária do Imposto de Importação de bens de capital, informática e telecomunicação sem produção nacional. Os objetivos são aumentar a inovação tecnológica; produzir efeito multiplicador de emprego e renda; ter papel especial no esforço de adequação e melhoria da infraestrutura nacional; estimular os investimentos para o abastecimento do mercado interno de bens de consumo; e contribuir para o aumento da competitividade de bens destinados ao mercado externo, entre outros.
Cabe ao Comitê de Análise de Ex-tarifários (Caex) , a verificação da inexistência de produção nacional dos bens pleiteados, bem como a análise de mérito dos pleitos em vista dos objetivos pretendidos e dos investimentos envolvidos.
Consulte a Maniga para esclarecimentos - www.maniga.com.br
Brasília (5 de agosto) – Foi publicada hoje, no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução Camex n°61, que concede redução de Imposto de Importação de 14% para 2%, até 31 de dezembro de 2014, para máquinas e equipamentos industriais sem produção no Brasil. A Câmara de Comércio exterior (Camex) aprovou a concessão de 183 ex-tarifários, sendo 157 novos e 26 renovações. Os investimentos globais e os investimentos relativos às importações dos equipamentos, vinculados aos ex-tarifários publicados hoje são de US$ 2,270 bilhões e US$ 469 milhões, respectivamente.
Os principais setores contemplados, em relação aos investimentos globais, foram o naval (57,28%); o siderúrgico (8,46%); e o de construção civil (5,33%). Entre os projetos analisados pelo Comitê de Análise de Ex-tarifários (Caex), e que serão beneficiados com a redução de Imposto de Importação, estão investimentos de US$ 1,3 bilhões na construção de um estaleiro na Bahia, com previsão de gerar 5 mil empregos diretos; de US$ 75 milhões, na expansão de uma indústria de embalagens em São Paulo; e de US$ 61 milhões no aumento a capacidade de produção de semicondutores no Rio Grande do Sul.
Em relação aos países de origem das importações beneficiadas com redução de alíquotas destacam-se a China (40,18%); os Estados Unidos (16,65%); e a Alemanha (14,54%).
O que são ex-tarifários
O regime de ex-tarifários estimula os investimentos produtivos pela redução temporária do Imposto de Importação de bens de capital, informática e telecomunicação sem produção nacional. Os objetivos são aumentar a inovação tecnológica; produzir efeito multiplicador de emprego e renda; ter papel especial no esforço de adequação e melhoria da infraestrutura nacional; estimular os investimentos para o abastecimento do mercado interno de bens de consumo; e contribuir para o aumento da competitividade de bens destinados ao mercado externo, entre outros.
Cabe ao Comitê de Análise de Ex-tarifários (Caex) , a verificação da inexistência de produção nacional dos bens pleiteados, bem como a análise de mérito dos pleitos em vista dos objetivos pretendidos e dos investimentos envolvidos.
Consulte a Maniga para esclarecimentos - www.maniga.com.br
Feira Internacional de Eletrônica - Berlim 2013
Uma das maiores feiras, do mundo, no seguimento. Mais informações no link:
Vídeo com imagens da feira de 2012
Nas feiras e exposições é possível encontrar ótimas oportunidades de negócios com empresas internacionais. A Maniga oferece os melhores serviços door-to-door para nacionalização de mercadorias, matérias primas, máquinas e equipamentos do imobilizado.
confira em nosso site - www.maniga.com.br
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Imposto de Importação deve cair para 100 produtos.
Alíquotas haviam sido elevadas ano passado para proteger a indústria nacional
Dólar alto eleva o preço dos insumos importados e pressiona ainda mais a inflação (Ivan Pacheco)
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deve anunciar nesta quinta-feira a redução da alíquota do Imposto de Importação para 100 produtos, a maioria usada como matéria-prima pela indústria. O objetivo é evitar que a alta do dólar, que chegou próximo a 2,30 reais na quarta-feira, eleve o preço dos insumos importados e renove a pressão inflacionária. A medida está sendo considerada uma ajuda à indústria nacional neste período de baixo crescimento.
Na prática, o governo não vai renovar a lista de exceção à Tarifa Externa Comum (TEC), que entrou em vigor em outubro do ano passado e valeria até o fim de setembro deste ano. O imposto foi elevado para produtos em que a indústria nacional sofria com a concorrência acirrada dos importados. Mas a elevação do dólar e a preocupação em trazer a inflação para patamares mais baixos fizeram o governo mudar a estratégia, que chegou a ser considerada protecionista por alguns países.
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse em entrevista que uma desvalorização de 20% no real ante o dólar significa um aumento na inflação de 1 ponto porcentual, o que ele chamou de um "caminhão de inflação". A população, no caso dos produtos importados sobretaxados, percebe a alta do dólar indiretamente. O empresário paga mais para fazer o produto e, consequentemente, cobra mais do consumidor. (ler mais em http://veja.abril.com.br/noticia/economia/imposto-de-importacao-deve-cair-para-100-produtos )
Dólar alto eleva o preço dos insumos importados e pressiona ainda mais a inflação (Ivan Pacheco)
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deve anunciar nesta quinta-feira a redução da alíquota do Imposto de Importação para 100 produtos, a maioria usada como matéria-prima pela indústria. O objetivo é evitar que a alta do dólar, que chegou próximo a 2,30 reais na quarta-feira, eleve o preço dos insumos importados e renove a pressão inflacionária. A medida está sendo considerada uma ajuda à indústria nacional neste período de baixo crescimento.
Na prática, o governo não vai renovar a lista de exceção à Tarifa Externa Comum (TEC), que entrou em vigor em outubro do ano passado e valeria até o fim de setembro deste ano. O imposto foi elevado para produtos em que a indústria nacional sofria com a concorrência acirrada dos importados. Mas a elevação do dólar e a preocupação em trazer a inflação para patamares mais baixos fizeram o governo mudar a estratégia, que chegou a ser considerada protecionista por alguns países.
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse em entrevista que uma desvalorização de 20% no real ante o dólar significa um aumento na inflação de 1 ponto porcentual, o que ele chamou de um "caminhão de inflação". A população, no caso dos produtos importados sobretaxados, percebe a alta do dólar indiretamente. O empresário paga mais para fazer o produto e, consequentemente, cobra mais do consumidor. (ler mais em http://veja.abril.com.br/noticia/economia/imposto-de-importacao-deve-cair-para-100-produtos )
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Os impostos que incidem nas importações.
Com intenção de proteger os produtores de bens e serviços do mercado interno os impostos de importação normalmente são onerosos. Como regra geral, incidem nas importações os seguintes impostos, com variações nas alíquotas de acordo com a NCM;
- II (Imposto sobre Importação).
- IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
- ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
- PIS – Importação
- COFINS - Importação
- ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) – calculado sobre a importação de serviços provenientes do exterior do país
- IOF - Imposto sobre Operações de Câmbio - devido sobre a compra de moeda estrangeira, na liquidação da operação de câmbio para pagamento da importação de serviços.
Além dos impostos, há incidências de taxas que variam entre transportes rodoviários, ferroviários, aéreos e marítimos; tais como: adicional de frete para renovação da marinha mercante (AFRMM), armazenagem, Infraero, etc....
Contudo, em muitos casos é compensador importar produtos para o Brasil, mas, antes, é interessante consultar a Maniga para preparação de uma planilha com estimativa de custos pré-embarque, a fim de avaliar se compensa importar serviços, produtos ou bens do ativo imobilizado.
www.maniga.com.br
- II (Imposto sobre Importação).
- IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
- ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
- PIS – Importação
- COFINS - Importação
- ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) – calculado sobre a importação de serviços provenientes do exterior do país
- IOF - Imposto sobre Operações de Câmbio - devido sobre a compra de moeda estrangeira, na liquidação da operação de câmbio para pagamento da importação de serviços.
Além dos impostos, há incidências de taxas que variam entre transportes rodoviários, ferroviários, aéreos e marítimos; tais como: adicional de frete para renovação da marinha mercante (AFRMM), armazenagem, Infraero, etc....
Contudo, em muitos casos é compensador importar produtos para o Brasil, mas, antes, é interessante consultar a Maniga para preparação de uma planilha com estimativa de custos pré-embarque, a fim de avaliar se compensa importar serviços, produtos ou bens do ativo imobilizado.
www.maniga.com.br
terça-feira, 30 de julho de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
Uma atitude ecologicamente correta.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Mantega confirma estudo para baixar Imposto de Importação de insumos básicos.
O Imposto de Importação de algumas matérias-primas básicas poderá cair para conter a inflação, disse no dia 5 de julho de 2013 o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele confirmou que o governo estuda antecipar a redução das alíquotas, que ocorreria em setembro, para compensar os efeitos da alta do dólar nas últimas semanas.
Em setembro do ano passado [2012], o governo elevou a tarifa sobre insumos como aço, fertilizante, produtos químicos, vidros e laminados por 12 meses para estimular a produção nacional dessas matérias-primas e facilitar a competição com os importados. No entanto, de acordo com Mantega, o dólar mais caro diminuiu a necessidade da medida protecionista.
"O dólar está flutuando, mas, neste momento, está mais valorizado do que naquela época [setembro do ano passado]. Desta maneira, ele acaba criando uma defesa natural para esse tipo de insumo", disse o ministro. Segundo ele, ainda não se definiu qual será a redução das alíquotas. "Isso vai depender do comportamento do dólar e será discutido com cada setor." (fonte Agrosoft Brasil)
Em setembro do ano passado [2012], o governo elevou a tarifa sobre insumos como aço, fertilizante, produtos químicos, vidros e laminados por 12 meses para estimular a produção nacional dessas matérias-primas e facilitar a competição com os importados. No entanto, de acordo com Mantega, o dólar mais caro diminuiu a necessidade da medida protecionista.
"O dólar está flutuando, mas, neste momento, está mais valorizado do que naquela época [setembro do ano passado]. Desta maneira, ele acaba criando uma defesa natural para esse tipo de insumo", disse o ministro. Segundo ele, ainda não se definiu qual será a redução das alíquotas. "Isso vai depender do comportamento do dólar e será discutido com cada setor." (fonte Agrosoft Brasil)
Leia mais no link: http://www.agrosoft.org.br/agropag/225850.htm
terça-feira, 2 de julho de 2013
Exportações brasileiras apresentam estabilidade no primeiro semestre.
“Como disse no começo do ano, nossa previsão é de que as exportações este ano se mantenham em um patamar aproximado em relação aos resultados de 2012 e 2011, anos em que apresentaram valores recordes. No semestre, esta previsão se confirma”, afirmou. Sobre o déficit da balança comercial no semestre, de US$ 3 bilhões, Tatiana analisou que há “uma trajetória de recuperação”, tendo em vista que, em junho, houve superávit de US$ 2,394 bilhões. “Com isso, reafirmo a previsão de que teremos saldo positivo na balança comercial em 2013, ainda que menor do que o de 2012”, disse.
A secretária de Comércio Exterior explicou que o desempenho da balança comercial este ano é afetado por uma queda nas exportações de petróleo e derivados (-38,9% na média diária em relação ao primeiro semestre de 2012) e disse que se descontadas estas vendas, as exportações somam US$ 104,9 bilhões em 2013, que é o maior valor semestral neste comparativo, superando o resultado de 2011 (US$ 103,4 bilhões).
Mercados
Em relação aos principais mercados das exportações brasileiras, o que mais cresceu no primeiro semestre do ano foi o Oriente Médio (8,1%), com destaques para carne de frango e bovina, soja, açúcar e milho. Para a Ásia (7,2%), os produtos mais exportados foram soja, minério, açúcar, milho, carnes, celulose, farelo, couro e peles, café e bombas e compressores. A América Latina e Caribe (2,4%) também compraram mais dos fornecedores brasileiros, especialmente, automóveis, veículos de carga, minério de ferro, polímeros plásticos, carne bovina e motores para automóveis.
Houve queda nas vendas para a Europa Oriental (-6,5%), com embarques reduzidos de carne de frango e suína, açúcar e aviões. O mercado da União Europeia (-7,4%) também experimentou retração, provocada, principalmente, por vendas menores de petróleo, soja e café. Na África (-5,6%), a queda se explica por transações inferiores de construções pré-fabricadas, trigo e arroz. (fonte: MDIC)
Ferramenta oferecida pela Endeavor compara crescimento das empresas no Brasil
Ferramenta compara crescimento das empresas no Brasil
Ferramenta criada pela Endeavor possibilita a análise e comparação dos setores e empresas que mais crescem no país.
Entre 2007 e 2010, apenas 1,5% das empresas brasileiras criaram mais de 50% dos novos postos de trabalho no país. Esse é um dos exemplos do impacto das chamadas empresas de alto crescimento (EACs), que aumentam seu quadro de funcionários em pelo menos 20% ao ano, por um período de três anos e que possuem um mínimo de 10 funcionários no início da análise.
Com o objetivo de auxiliar empreendedores a analisar o desempenho de suas empresas, a Endeavor desenvolveu uma ferramenta de visualização de dados, que apresenta indicadores de desempenho para 20 setores da economia. Munido dessas informações, o empreendedor entende, por exemplo, a evolução do seu ramo de atuação e pode comparar como sua empresa está posicionada em relação a seus concorrentes.
Além de contribuir diretamente com os empreendedores, a ferramenta faz parte da estratégia da Endeavor em promover um melhor ecossistema para o empreendedorismo no Brasil: “Governos e instituições de apoio têm mais um recurso que ilustra como as empresas de alto crescimento estão transformando o país”, diz Pamella Gonçalves, gerente de Pesquisa e Políticas Públicas da Endeavor.
Um das possíveis aplicações da ferramenta é observar o desenvolvimento das EACs e das startup’s de alto crescimento (SACs) – EACs com até cinco anos de idade – no setor da agricultura e pecuária: entre 2007 e 2010, elas aumentaram o número de funcionários em 213% e 280%, respectivamente. Uma empresa média desse setor, por outro lado, reduziu seu quadro de empregados em 11%.
saiba mais:
http://www.endeavor.org.br/artigos/estrategia-crescimento/cenarios-e-tendencias/ferramenta-compara-empresas-que-mais-crescem-no-brasil?utm_source=akna&utm_medium=disparo&utm_content=01.07.2013&utm_campaign=conteudo
Ferramenta criada pela Endeavor possibilita a análise e comparação dos setores e empresas que mais crescem no país.
Entre 2007 e 2010, apenas 1,5% das empresas brasileiras criaram mais de 50% dos novos postos de trabalho no país. Esse é um dos exemplos do impacto das chamadas empresas de alto crescimento (EACs), que aumentam seu quadro de funcionários em pelo menos 20% ao ano, por um período de três anos e que possuem um mínimo de 10 funcionários no início da análise.
Com o objetivo de auxiliar empreendedores a analisar o desempenho de suas empresas, a Endeavor desenvolveu uma ferramenta de visualização de dados, que apresenta indicadores de desempenho para 20 setores da economia. Munido dessas informações, o empreendedor entende, por exemplo, a evolução do seu ramo de atuação e pode comparar como sua empresa está posicionada em relação a seus concorrentes.
Além de contribuir diretamente com os empreendedores, a ferramenta faz parte da estratégia da Endeavor em promover um melhor ecossistema para o empreendedorismo no Brasil: “Governos e instituições de apoio têm mais um recurso que ilustra como as empresas de alto crescimento estão transformando o país”, diz Pamella Gonçalves, gerente de Pesquisa e Políticas Públicas da Endeavor.
Um das possíveis aplicações da ferramenta é observar o desenvolvimento das EACs e das startup’s de alto crescimento (SACs) – EACs com até cinco anos de idade – no setor da agricultura e pecuária: entre 2007 e 2010, elas aumentaram o número de funcionários em 213% e 280%, respectivamente. Uma empresa média desse setor, por outro lado, reduziu seu quadro de empregados em 11%.
saiba mais:
http://www.endeavor.org.br/artigos/estrategia-crescimento/cenarios-e-tendencias/ferramenta-compara-empresas-que-mais-crescem-no-brasil?utm_source=akna&utm_medium=disparo&utm_content=01.07.2013&utm_campaign=conteudo
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Camex reduz Imposto de Importação para máquinas e equipamentos industriais

Brasília (24 de junho) – A Câmara de Comércio Exterior (Camex) concedeu redução de Imposto de Importação de 14% e 16% para 2%, até 31/12/2014, para 193 máquinas e equipamentos industriais sem produção no Brasil. A redução, sob o regime de ex-tarifário, visa incentivar investimentos, possibilitar o aumento da inovação tecnológica e gerar empregos em diferentes segmentos da economia.
A redução de alíquotas entrou hoje em vigor com a publicação da Resolução Camex n°46/2013, com a lista de 182 ex-tarifários para bens de capital (165 novos e 17 renovações) e da Resolução Camex n°45/2013, com 11 novos ex-tarifários para bens de informática e telecomunicação. Com a publicação das duas novas Resoluções Camex, o número de ex-tarifários concedidos este ano chega a 1.710.
Os investimentos globais e os investimentos relativos às importações de equipamentos vinculados aos ex-tarifários publicados hoje, são, respectivamente, de US$ 894 milhões e US$ 492 milhões. Os principais setores contemplados em relação aos investimentos globais, são os de construção civil (29,36%); de telecomunicações (18,28%); de serviços (10,87%); alimentício (7,00%); de mineração (4,49%); e o automotivo (4,42%).Os equipamentos beneficiados com a redução de alíquotas serão importados principalmente da China (31,92%); dos Estados Unidos (26,89%); da Itália (11,17%);da Alemanha (11,11%); e da Holanda (7,78%).
Entre os projetos beneficiados, destacam-se a implantação de uma indústria com capacidade para produzir inicialmente 750 mil toneladas por ano de cimento tipo Portland, no Paraná; e os investimentos na fabricação de 1 milhão de unidades por mês de telefones celulares e smartphones, em São Paulo; na prestação de serviços para exploração de petróleo e gás, no Rio de Janeiro; e para aumentar o beneficiamento e exportação de minério de ferro em Minas Gerais. (fonte MDIC)
A Maniga, incorporada de profissionais com mais de 10 anos de experiência em Comex, tem como analisar todos os benefícios dos novos ex-tarifários aos clientes interessados. www.maniga.com.br
terça-feira, 18 de junho de 2013
Tratamento Tributário na Importação
Refere-se à tributação incidente sobre a entrada de mercadorias estrangeiras no território aduaneiro. Os tributos incidentes na importação são:
Imposto de Importação – II
Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI
Contribuição para o PIS/PASEP E COFINS
Adicional de Frete para a Renovação da Marinha Mercante – AFRMM
CIDE-Combustíveis
Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS
Taxa de Utilização do Siscomex
Para a base de cálculos dos impostos incidentes na importação, faz-se necessário conhecer o valor aduaneiro da mercadoria estrangeira. De acordo com o Regulamento Aduaneiro (Decreto No. 6.759, de 05 de fevereiro de 2009), toda mercadoria submetida a despacho aduaneiro de importação está sujeita ao controle do valor aduaneiro, de acordo com as regras estalecidas no Acordo Sobre Valoração Aduaneira do GATT.
Consulte a Maniga - Serviços de desembaraços aduaneiros nas importações e exportações.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Exportações crescem 10,9% na primeira semana de junho.
Brasília (10 de junho) – Na primeira semana de junho (1° a 9), com cinco dias úteis, as exportações brasileiras atingiram US$ 5,367 bilhões, com média diária de US$ 1,073 bilhão. O valor é 10,9% superior à média de US$ 967,7 milhões registrada em junho de 2012.
Houve aumento nas vendas externas de bens produtos básicos (25,3%), por conta de milho em grão, farelo de soja, carne de frango, bovina e suína, petróleo, arroz, e soja em grão. Entre os semimanufaturados (12,2%), os maiores crescimentos foram para catodos de cobre, açúcar em bruto, celulose, couros e peles, e ferro fundido. Por outro lado, decresceram as vendas de produtos manufaturados (-6,7%), em razão de máquinas e aparelhos de terraplanagem, pneumáticos, papel e cartão, partes de motores para veículos, e motores e geradores elétricos.
Em relação à média de maio de 2013 (US$ 1,039 bilhão), as exportações tiveram aumento de 3,3%, devido ao crescimento nas vendas de produtos semimanufaturados (16,5%) e básicos (7,1%), enquanto decresceram os embarques de manufaturados (-6%).
As importações, na primeira semana de junho de 2013, somaram US$ 5,082 bilhões, com média diária de US$ 1,016 bilhão. O resultado foi 9,6% maior que a média de junho de 2012 (US$ 927,7 milhões). Neste comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com farmacêuticos (56,9%), veículos automóveis e partes (54,6%), aparelhos eletroeletrônicos (35,6%), plásticos e obras (29,3%), equipamentos mecânicos (28,1%), e instrumentos de ótica e precisão (13,4%).
Na comparação com o resultado médio alcançado em maio 2013 (US$ 1,003 bilhão), houve incremento de 2,3% nas importações. Houve aumento, principalmente, nas importações de farmacêuticos (43,2%), equipamentos mecânicos (22,5%), veículos automóveis e partes (21,6%), adubos e fertilizantes (19,4%), siderúrgicos (16,6%), e aparelhos eletroeletrônicos (12,8%).
Assim, o saldo comercial de junho está superavitário em US$ 285 milhões, com média diária de US$ 57 milhões. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) do período totalizou US$ 10,449 bilhões, com média diária de US$ 2,089 bilhões. Pela média, o resultado representou aumento de 10,3% na comparação com junho do ano passado (US$ 1,895 bilhão) e de 2,3% na relação com maio último (US$ 2,042 bilhões).
Houve aumento nas vendas externas de bens produtos básicos (25,3%), por conta de milho em grão, farelo de soja, carne de frango, bovina e suína, petróleo, arroz, e soja em grão. Entre os semimanufaturados (12,2%), os maiores crescimentos foram para catodos de cobre, açúcar em bruto, celulose, couros e peles, e ferro fundido. Por outro lado, decresceram as vendas de produtos manufaturados (-6,7%), em razão de máquinas e aparelhos de terraplanagem, pneumáticos, papel e cartão, partes de motores para veículos, e motores e geradores elétricos.
Em relação à média de maio de 2013 (US$ 1,039 bilhão), as exportações tiveram aumento de 3,3%, devido ao crescimento nas vendas de produtos semimanufaturados (16,5%) e básicos (7,1%), enquanto decresceram os embarques de manufaturados (-6%).
As importações, na primeira semana de junho de 2013, somaram US$ 5,082 bilhões, com média diária de US$ 1,016 bilhão. O resultado foi 9,6% maior que a média de junho de 2012 (US$ 927,7 milhões). Neste comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com farmacêuticos (56,9%), veículos automóveis e partes (54,6%), aparelhos eletroeletrônicos (35,6%), plásticos e obras (29,3%), equipamentos mecânicos (28,1%), e instrumentos de ótica e precisão (13,4%).
Na comparação com o resultado médio alcançado em maio 2013 (US$ 1,003 bilhão), houve incremento de 2,3% nas importações. Houve aumento, principalmente, nas importações de farmacêuticos (43,2%), equipamentos mecânicos (22,5%), veículos automóveis e partes (21,6%), adubos e fertilizantes (19,4%), siderúrgicos (16,6%), e aparelhos eletroeletrônicos (12,8%).
Assim, o saldo comercial de junho está superavitário em US$ 285 milhões, com média diária de US$ 57 milhões. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) do período totalizou US$ 10,449 bilhões, com média diária de US$ 2,089 bilhões. Pela média, o resultado representou aumento de 10,3% na comparação com junho do ano passado (US$ 1,895 bilhão) e de 2,3% na relação com maio último (US$ 2,042 bilhões).
Ano
De janeiro até a primeira semana de junho, a corrente de comércio totalizou US$ 202,421 bilhões (média diária de US$ 1,874 bilhão), com aumento de 3,8% sobre a média do período equivalente do ano passado (US$ 1,805 bilhão). Nos 108 dias úteis de 2013, a balança comercial registra déficit de US$ 5,109 bilhões (média diária negativa de US$ 47,3 milhões). Em período correspondente do ano passado, havia superávit de US$ 6,563 bilhões, com resultado médio diário de US$ 61,9 milhões.
No acumulado do ano, as exportações alcançaram US$ 98,656 bilhões (média diária de US$ 913,5 milhões), resultado 2,2% abaixo do verificado no período equivalente de 2012, que teve média diária de US$ 933,7 milhões. O desempenho diário do acumulado anual das importações está 10,2% maior em relação ao ano passado (média de US$ 871,8 milhões). No ano, as compras brasileiras no mercado externo chegam a US$ 103,765 bilhões (média de US$ 960,8 milhões). (fonte: MDIC)
De janeiro até a primeira semana de junho, a corrente de comércio totalizou US$ 202,421 bilhões (média diária de US$ 1,874 bilhão), com aumento de 3,8% sobre a média do período equivalente do ano passado (US$ 1,805 bilhão). Nos 108 dias úteis de 2013, a balança comercial registra déficit de US$ 5,109 bilhões (média diária negativa de US$ 47,3 milhões). Em período correspondente do ano passado, havia superávit de US$ 6,563 bilhões, com resultado médio diário de US$ 61,9 milhões.
No acumulado do ano, as exportações alcançaram US$ 98,656 bilhões (média diária de US$ 913,5 milhões), resultado 2,2% abaixo do verificado no período equivalente de 2012, que teve média diária de US$ 933,7 milhões. O desempenho diário do acumulado anual das importações está 10,2% maior em relação ao ano passado (média de US$ 871,8 milhões). No ano, as compras brasileiras no mercado externo chegam a US$ 103,765 bilhões (média de US$ 960,8 milhões). (fonte: MDIC)
terça-feira, 11 de junho de 2013
Para empresas que querem iniciar atividades no comércio exterior.
Habilitação no RADAR - IN 1288 de 31/08/2012
Para a empresa iniciar atividades de exportação e/ou importação, é necessário estar registrada no RADAR (Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros).
Para a empresa iniciar atividades de exportação e/ou importação, é necessário estar registrada no RADAR (Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros).
A Maniga presta serviços para habilitação das empresas no
Siscomex.
Preparamos e coletamos todos os documentos necessários e
exigidos pela IN1288/2012 (nova legislação que regulamenta a habilitação no
radar) analisamos estes documentos, adequamos à referida legislação, preenchemos
todos os formulários, declarações, procurações e anexos inerentes a este
tramite, montamos o processo e protocolamos junto a Receita Federal (RFB).
Depois do processo protocolado, fazemos todo o acompanhamento,
inclusive cumprimento das intimações até que o mesmo seja concluído.
Atendemos empresas de todos os Estados, seguimentos e tipos de
sociedades. A Maniga apresenta como diferencial
vasta experiência no preenchimento dos documentos e anexos.
MODALIDADES DE HABILITAÇÃO:
Prestamos serviços para todas as modalidades de habilitação, a saber: Expressa, Ilimitada e Limitada.
Consultem-nos e enviaremos uma proposta de serviço com todos os detalhes para habilitação da sua empresa. www.maniga.com.br
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Camex aprova novos investimentos na indústria.
Brasília (4 de junho) – Entrou hoje em vigor a redução, de 16% e de 14% para 2%, das alíquotas de Imposto de Importação para 236 máquinas e equipamentos industriais, sem produção no Brasil. A medida foi aprovada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), presidida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Os itens que tiveram redução de alíquotas para compras externas são bens de capital e bens de informática e telecomunicação vinculados a projetos de investimentos que chegam a US$ 12,4 bilhões.
As Resoluções Camex com as especificações dos ex-tarifários aprovados foram publicadas hoje no Diário Oficial da União. A Resolução Camex n° 39 traz a relação de 227 bens de capital aprovados, sendo 214 novos e 13 renovações. Já a Resolução Camex n° 40 refere-se a 9 ex-tarifários concedidos para bens de informática e telecomunicação, sendo oito novos e uma renovação. Com as duas novas Resoluções Camex, o número de ex-tarifários aprovados em 2013 chega a 1.518.
Os principais setores contemplados, em relação aos investimentos globais, foram os de eletroeletrônicos, o automotivo, e o setor alimentício. Entre os projetos beneficiados com a redução de alíquotas para importação de equipamentos estão os investimentos na produção de aparelhos portáteis de telefonia móvel com tecnologias 3G e 4G - conhecidos como “smart fones” - para atendimento do Plano Nacional de Banda Larga, e abastecimento do mercado interno; a instalação de uma fábrica de caminhões guindastes e equipamentos de terraplanagem para os mercados interno e externo; a implantação de uma fábrica de óleo vegetal; e a importação de cilindros hidráulicos, em aço, para instalação das comportas da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. As importações beneficiadas com a redução de alíquotas virão, principalmente, da Coréia do Sul, da Itália, e da Alemanha. (fonte MDIC).
As Resoluções Camex com as especificações dos ex-tarifários aprovados foram publicadas hoje no Diário Oficial da União. A Resolução Camex n° 39 traz a relação de 227 bens de capital aprovados, sendo 214 novos e 13 renovações. Já a Resolução Camex n° 40 refere-se a 9 ex-tarifários concedidos para bens de informática e telecomunicação, sendo oito novos e uma renovação. Com as duas novas Resoluções Camex, o número de ex-tarifários aprovados em 2013 chega a 1.518.
Os principais setores contemplados, em relação aos investimentos globais, foram os de eletroeletrônicos, o automotivo, e o setor alimentício. Entre os projetos beneficiados com a redução de alíquotas para importação de equipamentos estão os investimentos na produção de aparelhos portáteis de telefonia móvel com tecnologias 3G e 4G - conhecidos como “smart fones” - para atendimento do Plano Nacional de Banda Larga, e abastecimento do mercado interno; a instalação de uma fábrica de caminhões guindastes e equipamentos de terraplanagem para os mercados interno e externo; a implantação de uma fábrica de óleo vegetal; e a importação de cilindros hidráulicos, em aço, para instalação das comportas da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. As importações beneficiadas com a redução de alíquotas virão, principalmente, da Coréia do Sul, da Itália, e da Alemanha. (fonte MDIC).
terça-feira, 28 de maio de 2013
Fila de caminhões no porto de Santos causa lentidão de mais de 50 km
O segundo dia de restrições ao funcionamento de pátios reguladores do fluxo de caminhões rumo ao porto de Santos (72 km de São Paulo) tem sido de caos nas estradas entre a capital e o litoral. Na manhã desta terça-feira (28), somados os pontos de lentidão no Sistema Anchieta-Imigrantes, houve mais de 50 quilômetros de congestionamentos.
No começo da tarde, segundo a Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes, a pista norte da Via Anchieta está bloqueada no trecho de serra, entre o km 40 e km 55, para implantação da operação descida.
A pista sul da Anchieta segue congestionada por 18 quilômetros, do km 26 ao km 44 no sentido Litoral.
A alternativa para os veículos de passeio é seguir pela Imigrantes, que tem boas condições nos dois sentidos, de acordo com a Ecovias.
Na Cônego Domênico Rangoni (ex-Piaçaguera-Guarujá), o tráfego está normalizado, também segundo dados da concessionária.
A interligação planalto, no sentido da Imigrantes para a Anchieta, tem tráfego congestionado por toda a sua extensão, entre o km 1 e o km 8.
As informações sobre as condições de tráfego estão sendo disponibilizadas para os motoristas pelos painéis de mensagens instalados na rodovia, site, gravações no 0800-197878 e Twitter da concessionária.
Prefeitura de Cubatão restringiu horários para caminhão estacionar
Desde segunda-feira (27), a prefeitura de Cubatão (56 km de São Paulo) faz valer um decreto pelo qual os pátios para estacionamento de caminhões podem funcionar somente das 8 às 18h. Antes, abriam 24 horas diariamente.
Isso provocou quilômetros de lentidão ou trânsito parado na subida e na descida da Serra do Mar desde a noite de segunda e ainda na manhã desta terça (28), com caminhões à espera da abertura desses pátios. Os locais servem para manter os caminhões fora das estradas enquanto esperam por sua vez de carregar e descarregar mercadorias no porto de Santos.
No começo da tarde, segundo a Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes, a pista norte da Via Anchieta está bloqueada no trecho de serra, entre o km 40 e km 55, para implantação da operação descida.
A pista sul da Anchieta segue congestionada por 18 quilômetros, do km 26 ao km 44 no sentido Litoral.
A alternativa para os veículos de passeio é seguir pela Imigrantes, que tem boas condições nos dois sentidos, de acordo com a Ecovias.
Na Cônego Domênico Rangoni (ex-Piaçaguera-Guarujá), o tráfego está normalizado, também segundo dados da concessionária.
A interligação planalto, no sentido da Imigrantes para a Anchieta, tem tráfego congestionado por toda a sua extensão, entre o km 1 e o km 8.
As informações sobre as condições de tráfego estão sendo disponibilizadas para os motoristas pelos painéis de mensagens instalados na rodovia, site, gravações no 0800-197878 e Twitter da concessionária.
Prefeitura de Cubatão restringiu horários para caminhão estacionar
Desde segunda-feira (27), a prefeitura de Cubatão (56 km de São Paulo) faz valer um decreto pelo qual os pátios para estacionamento de caminhões podem funcionar somente das 8 às 18h. Antes, abriam 24 horas diariamente.
Isso provocou quilômetros de lentidão ou trânsito parado na subida e na descida da Serra do Mar desde a noite de segunda e ainda na manhã desta terça (28), com caminhões à espera da abertura desses pátios. Os locais servem para manter os caminhões fora das estradas enquanto esperam por sua vez de carregar e descarregar mercadorias no porto de Santos.
(fonte Rafael Motta - Uol) saiba mais no link: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/28/fila-de-caminhoes-no-porto-de-santos-causa-congestionamento-de-43-km.htm
Princípios da Importação.
Importação é o procedimento comercial e fiscal que tem por objetivo trazer um bem, que pode ser um produto ou um serviço, do exterior para ser nacionalizado no país de referência. O procedimento deve ser efetuado via legalização do produto ou serviço, que ocorre a partir de procedimentos burocráticos ligados à Receita do país de destino, bem como da alfândega, durante o descarregamento e entrega, que pode ser por via aérea, marítima, rodoviária ou ferroviária. O transporte pode ser multimodal, quando mais de um tipo de transporte é utilizado para entrega.
Roteiro básico para importar.
1. Identificar as melhores condições comerciais em função dos exportadores consultados;
2. Verificar se a importação é permitida ou se possui alguma exigência de ordem administrativa;
3. Apuração de todos os custos da importação;
4. De acordo com o concorrência interna, verificar a viabilidade da importação ou não;
5. Sempre negociar a operação com o exportador;
6. Verificar se todos os documentos e produto e/ou serviço estão de acordo com as normas brasileira antes do embarque pelo exportador no exterior;
7. Após conferência dos especialistas, autorizar o embarque do produto e/ou serviço;
8. Receber documentos e enviá-los ao despachante para que o mesmo avalie e inicie o processo de despacho aduaneiro de importação (nacionalização);
9. Providenciar a internalização do produto e/ou serviço (Registro da operação de importação no SISCOMEX - Sistema Integrado de Comércio Exterior);
10. Pagar os impostos incidentes sobre a importação e receber o produto e/ou serviço;
11. Pagar a importação e fechar o câmbio. (pode ser antes ou pós embarque, de acordo com as negociações com o exportador).
A Maniga tem equipe experiente para executar com segurança, precisão e agilidade importações door-to-door.
Agende uma visita com um dos nossos especialistas e tire todas as suas dúvidas, sem compromisso.
visite nosso site: www.maniga.com.br
terça-feira, 21 de maio de 2013
Ter uma visão muito clara do negócio é o primeiro passo para formar uma estratégia de branding. Saiba o que recomendam especialistas no assunto.
“De dentro de uma empresa, existem dois olhares tradicionais para o negócio: olhar só para fora – o consumidor, o trade – ou para dentro dela – a produção, a distribuição, o outro não existe etc. De qualquer forma, a empresa é sempre a referência. O branding propõe: saia dela. Busque uma perspectiva que permita que ela seja vista dentro do contexto dela, para perceber coisas que não percebia antes.” É nisto que aposta o publicitário e consultor Ricardo Guimarães, da Thymus Branding.
Ainda sob o seu ponto de vista, se existe uma única razão para o investimento em marca, esta é a redução no custo de crescimento: de capital, recrutamento, expansão, gestão de vendas... Para ele, a marca deve ser vista como ativo estratégico. Um nome, ao qual as pessoas relacionam competências, atitudes e valores, que por sua vez alimentam a expectativa de entregas futuras e aumentam o valor de mercado. “Gerenciar marca é gerenciar experiências e expectativas, utilizando a percepção de valor como indicador de sucesso”, define o consultor.
Mais detalhes no link: http://www.endeavor.org.br/artigos/marketing-vendas/branding/do-que-e-feita-uma-grande-marca
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