quarta-feira, 12 de junho de 2013

Exportações crescem 10,9% na primeira semana de junho.

Brasília (10 de junho) – Na primeira semana de junho (1° a 9), com cinco dias úteis, as exportações brasileiras atingiram US$ 5,367 bilhões, com média diária de US$ 1,073 bilhão. O valor é 10,9% superior à média de US$ 967,7 milhões registrada em junho de 2012.
Houve aumento nas vendas externas de bens produtos básicos (25,3%), por conta de milho em grão, farelo de soja, carne de frango, bovina e suína, petróleo, arroz, e soja em grão. Entre os semimanufaturados (12,2%), os maiores crescimentos foram para catodos de cobre, açúcar em bruto, celulose, couros e peles, e ferro fundido. Por outro lado, decresceram as vendas de produtos manufaturados (-6,7%), em razão de máquinas e aparelhos de terraplanagem, pneumáticos, papel e cartão, partes de motores para veículos, e motores e geradores elétricos.
Em relação à média de maio de 2013 (US$ 1,039 bilhão), as exportações tiveram aumento de 3,3%, devido ao crescimento nas vendas de produtos semimanufaturados (16,5%) e básicos (7,1%), enquanto decresceram os embarques de manufaturados (-6%).
As importações, na primeira semana de junho de 2013, somaram US$ 5,082 bilhões, com média diária de US$ 1,016 bilhão. O resultado foi 9,6% maior que a média de junho de 2012 (US$ 927,7 milhões). Neste comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com farmacêuticos (56,9%), veículos automóveis e partes (54,6%), aparelhos eletroeletrônicos (35,6%), plásticos e obras (29,3%), equipamentos mecânicos (28,1%), e instrumentos de ótica e precisão (13,4%).
Na comparação com o resultado médio alcançado em maio 2013 (US$ 1,003 bilhão), houve incremento de 2,3% nas importações. Houve aumento, principalmente, nas importações de farmacêuticos (43,2%), equipamentos mecânicos (22,5%), veículos automóveis e partes (21,6%), adubos e fertilizantes (19,4%), siderúrgicos (16,6%), e aparelhos eletroeletrônicos (12,8%).
Assim, o saldo comercial de junho está superavitário em US$ 285 milhões, com média diária de US$ 57 milhões. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) do período totalizou US$ 10,449 bilhões, com média diária de US$ 2,089 bilhões. Pela média, o resultado representou aumento de 10,3% na comparação com junho do ano passado (US$ 1,895 bilhão) e de 2,3% na relação com maio último (US$ 2,042 bilhões).

Ano
De janeiro até a primeira semana de junho, a corrente de comércio totalizou US$ 202,421 bilhões (média diária de US$ 1,874 bilhão), com aumento de 3,8% sobre a média do período equivalente do ano passado (US$ 1,805 bilhão). Nos 108 dias úteis de 2013, a balança comercial registra déficit de US$ 5,109 bilhões (média diária negativa de US$ 47,3 milhões). Em período correspondente do ano passado, havia superávit de US$ 6,563 bilhões, com resultado médio diário de US$ 61,9 milhões.
No acumulado do ano, as exportações alcançaram US$ 98,656 bilhões (média diária de US$ 913,5 milhões), resultado 2,2% abaixo do verificado no período equivalente de 2012, que teve média diária de US$ 933,7 milhões. O desempenho diário do acumulado anual das importações está 10,2% maior em relação ao ano passado (média de US$ 871,8 milhões). No ano, as compras brasileiras no mercado externo chegam a US$ 103,765 bilhões (média de US$ 960,8 milhões). (fonte: MDIC)

terça-feira, 11 de junho de 2013

Para empresas que querem iniciar atividades no comércio exterior.


Habilitação no RADAR - IN 1288 de 31/08/2012  

Para a empresa iniciar atividades de exportação e/ou importação, é necessário estar registrada no RADAR (Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros).

A Maniga presta serviços para habilitação das empresas no Siscomex.

Preparamos e coletamos todos os documentos necessários e exigidos pela IN1288/2012 (nova legislação que regulamenta a habilitação no radar) analisamos estes documentos, adequamos à referida legislação, preenchemos todos os formulários, declarações, procurações e anexos inerentes a este tramite, montamos o processo e protocolamos junto a Receita Federal (RFB).

Depois do processo protocolado, fazemos todo o acompanhamento, inclusive cumprimento das intimações até que o mesmo seja concluído.

Atendemos empresas de todos os Estados, seguimentos e tipos de sociedades. A Maniga apresenta como diferencial vasta experiência no preenchimento dos documentos e anexos.

MODALIDADES DE HABILITAÇÃO:

Prestamos serviços para todas as modalidades de habilitação, a saber: Expressa, Ilimitada e Limitada.

Consultem-nos e enviaremos uma proposta de serviço com todos os detalhes para habilitação da sua empresa. www.maniga.com.br

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Camex aprova novos investimentos na indústria.

Brasília (4 de junho) – Entrou hoje em vigor a redução, de 16% e de 14% para 2%, das alíquotas de Imposto de Importação para 236 máquinas e equipamentos industriais, sem produção no Brasil. A medida foi aprovada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), presidida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Os itens que tiveram redução de alíquotas para compras externas são bens de capital e bens de informática e telecomunicação vinculados a projetos de investimentos que chegam a US$ 12,4 bilhões.

As Resoluções Camex com as especificações dos ex-tarifários aprovados foram publicadas hoje no Diário Oficial da União. A Resolução Camex n° 39 traz a relação de 227 bens de capital aprovados, sendo 214 novos e 13 renovações. Já a Resolução Camex n° 40 refere-se a 9 ex-tarifários concedidos para bens de informática e telecomunicação, sendo oito novos e uma renovação. Com as duas novas Resoluções Camex, o número de ex-tarifários aprovados em 2013 chega a 1.518.

Os principais setores contemplados, em relação aos investimentos globais, foram os de eletroeletrônicos, o automotivo, e o setor alimentício. Entre os projetos beneficiados com a redução de alíquotas para importação de equipamentos estão os investimentos na produção de aparelhos portáteis de telefonia móvel com tecnologias 3G e 4G - conhecidos como “smart fones” - para atendimento do Plano Nacional de Banda Larga, e abastecimento do mercado interno; a instalação de uma fábrica de caminhões guindastes e equipamentos de terraplanagem para os mercados interno e externo; a implantação de uma fábrica de óleo vegetal; e a importação de cilindros hidráulicos, em aço, para instalação das comportas da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. As importações beneficiadas com a redução de alíquotas virão, principalmente, da Coréia do Sul, da Itália, e da Alemanha. (fonte MDIC).

terça-feira, 28 de maio de 2013

Fila de caminhões no porto de Santos causa lentidão de mais de 50 km

O segundo dia de restrições ao funcionamento de pátios reguladores do fluxo de caminhões rumo ao porto de Santos (72 km de São Paulo) tem sido de caos nas estradas entre a capital e o litoral. Na manhã desta terça-feira (28), somados os pontos de lentidão no Sistema Anchieta-Imigrantes, houve mais de 50 quilômetros de congestionamentos.
No começo da tarde, segundo a Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes, a pista norte da Via Anchieta está bloqueada no trecho de serra, entre o km 40 e km 55, para implantação da operação descida.
A pista sul da Anchieta segue congestionada por 18 quilômetros, do km 26 ao km 44 no sentido Litoral.
A alternativa para os veículos de passeio é seguir pela Imigrantes, que tem boas condições nos dois sentidos, de acordo com a Ecovias.
Na Cônego Domênico Rangoni (ex-Piaçaguera-Guarujá), o tráfego está normalizado, também segundo dados da concessionária.
A interligação planalto, no sentido da Imigrantes para a Anchieta, tem tráfego congestionado por toda a sua extensão, entre o km 1 e o km 8.
As informações sobre as condições de tráfego estão sendo disponibilizadas para os motoristas pelos painéis de mensagens instalados na rodovia, site, gravações no 0800-197878 e Twitter da concessionária.
Prefeitura de Cubatão restringiu horários para caminhão estacionar
Desde segunda-feira (27), a prefeitura de Cubatão (56 km de São Paulo) faz valer um decreto pelo qual os pátios para estacionamento de caminhões podem funcionar somente das 8 às 18h. Antes, abriam 24 horas diariamente.
Isso provocou quilômetros de lentidão ou trânsito parado na subida e na descida da Serra do Mar desde a noite de segunda e ainda na manhã desta terça (28), com caminhões à espera da abertura desses pátios. Os locais servem para manter os caminhões fora das estradas enquanto esperam por sua vez de carregar e descarregar mercadorias no porto de Santos.

Princípios da Importação.


Importação é o procedimento comercial e fiscal que tem por objetivo trazer um bem, que pode ser um produto ou um serviço, do exterior para ser nacionalizado no país de referência. O procedimento deve ser efetuado via legalização do produto ou serviço, que ocorre a partir de procedimentos burocráticos ligados à Receita do país de destino, bem como da alfândega, durante o descarregamento e entrega, que pode ser por via aérea, marítima, rodoviária ou ferroviária. O transporte pode ser multimodal, quando mais de um tipo de transporte é utilizado para entrega.

Roteiro básico para importar.

1. Identificar as melhores condições comerciais em função dos exportadores consultados;
2. Verificar se a importação é permitida ou se possui alguma exigência de ordem administrativa;
3. Apuração de todos os custos da importação;
4. De acordo com o concorrência interna, verificar a viabilidade da importação ou não;
5. Sempre negociar a operação com o exportador;
6. Verificar se todos os documentos e produto e/ou serviço estão de acordo com as normas brasileira antes do embarque pelo exportador no exterior;
7. Após conferência dos especialistas, autorizar o embarque do produto e/ou serviço;
8. Receber documentos e enviá-los ao despachante para que o mesmo avalie e inicie o processo de despacho aduaneiro de importação (nacionalização);
9. Providenciar a internalização do produto e/ou serviço (Registro da operação de importação no SISCOMEX - Sistema Integrado de Comércio Exterior);
10. Pagar os impostos incidentes sobre a importação e receber o produto e/ou serviço;
11. Pagar a importação e fechar o câmbio. (pode ser antes ou pós embarque, de acordo com as negociações com o exportador).

A Maniga tem equipe experiente para executar com segurança, precisão e agilidade importações door-to-door.
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terça-feira, 21 de maio de 2013

Ter uma visão muito clara do negócio é o primeiro passo para formar uma estratégia de branding. Saiba o que recomendam especialistas no assunto.

“De dentro de uma empresa, existem dois olhares tradicionais para o negócio: olhar só para fora – o consumidor, o trade – ou para dentro dela – a produção, a distribuição, o outro não existe etc. De qualquer forma, a empresa é sempre a referência. O branding propõe: saia dela. Busque uma perspectiva que permita que ela seja vista dentro do contexto dela, para perceber coisas que não percebia antes.” É nisto que aposta o publicitário e consultor Ricardo Guimarães, da Thymus Branding.

Ainda sob o seu ponto de vista, se existe uma única razão para o investimento em marca, esta é a redução no custo de crescimento: de capital, recrutamento, expansão, gestão de vendas... Para ele, a marca deve ser vista como ativo estratégico. Um nome, ao qual as pessoas relacionam competências, atitudes e valores, que por sua vez alimentam a expectativa de entregas futuras e aumentam o valor de mercado. “Gerenciar marca é gerenciar experiências e expectativas, utilizando a percepção de valor como indicador de sucesso”, define o consultor.

Mais detalhes no link: http://www.endeavor.org.br/artigos/marketing-vendas/branding/do-que-e-feita-uma-grande-marca

Algumas dicas para Importar.


Registro no RADAR.

A empresa importadora deve estar devidamente cadastrada e habilitada no SISCOMEX (Sistema Integrado de Comércio Exterior). Sem esse registro, é impossível obter os outros documentos necessários para concretizar a importação.

Classificação fiscal das mercadorias

O importador deve checar as nomenclaturas e a devida classificação dos produtos junto à Secretária da Fazenda e os órgãos responsáveis. Por exemplo, quando o produto a ser importado for um medicamento, é necessária a autorização prévia da Anvisa. Caso contrário o produto será barrado na alfândega, e somente terá a liberação após apresentação dos documentos legais da Anvisa. A mercadoria terá custos de armazenamento pelo tempo que ficar retida na alfândega.

Logística e transporte

Combine com o exportador do produto, no exterior, qual o procedimento será determinado para o transporte, data de envio e a data estimada para a chegada. Os modais de transporte podem ser: rodoviário, ferroviário, aéreo ou marítimo. De acordo com a quantidade e volume o tipo de transporte pode proporcionar menores custos, importante avaliar, antes do embarque, qual atende esse objetivo.

A Maniga tem especialistas para ajudar sua empresa a conquistar novos mercados. Cuidamos de todos os trâmites de importação, somos especialistas em processos door-to-door, ou seja, somos uma extensão do seu departamento de comércio exterior. O Brasil já é uma realidade em potencial econômico, novas oportunidades de importação estão surgindo a cada dia; é hora de aproveitar e deixar de lado o receio de ser um importador.

Entenda o Ex- Tarifário nas importações.

O regime de Ex-tarifário consiste na redução temporária da alíquota do imposto de importação dos bens assinalados como BK e/ou BIT na Tarifa Externa Comum do Mercosul, quando não houver a produção nacional. Ou seja, ele representa uma redução do custo na aquisição de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicação (BIT) quando trazido do exterior.

A importância desse regime consiste em três pontos fundamentais:

• viabiliza aumento de investimentos em bens de capital (BK) e de informática e telecomunicação (BIT) que não possuam produção no Brasil;
• possibilita aumento da inovação tecnológica por parte de empresas de diferentes segmentos da economia – conforme preconizado nas diretrizes da Plano Brasil Maior - PBM;
• produz um efeito multiplicador de emprego e renda sobre segmentos diferenciados da economia nacional.
A concessão do regime é dada por meio de Resolução nº 17 da Câmara de Comércio Exterior (Camex) após parecer do Comitê de Análise de Ex-Tarifários (Caex).




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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Feiras e Exposições Internacionais - 2013





No link abaixo é possível encontrar as principais feiras e exposições, que acontecerão em 2013, pelo mundo.

http://www.feiraspelomundo.com.br/home/03fd0b9a-a5bc-11e1-8f14-0022196d0182


Nas feiras e exposições é possível encontrar ótimas oportunidades de negócios com empresas internacionais. A Maniga oferece os melhores serviços door-to-door para nacionalização de mercadorias, matérias primas, máquinas e equipamentos do imobilizado.
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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Exportador - divulgue sua empresa e produtos para o mundo.

no site do vitrine do exportador está disponível o "Manual da Vitrine", importante para entender como fazer a vitrine virtual  e divulgar a empresa e produtos para o mercado internacional.



http://www.vitrinedoexportador.gov.br/



Para serviços de desembaraço aduaneiro visite nosso site: www.maniga.com.br


Download do Calendário de Exposições e Feiras 2013

No link abaixo é possível fazer download do calendário em PDF.




http://expofeiras.gov.br/informacoes-uteis


Conseguindo boas oportunidades de negócios internacionais entre em contato com a Maniga para providenciarmos o processo de importação door-to-door. Fazemos todos os preparativos, tais como; habilitação da empresa no RADAR, solicitação de orçamento no exterior, elaboramos planilhas de custos antes e após a importação , auditoria de qualidade antes do embarque, classificação correta do NCM, vistoria dos documentos para evitar problemas com a alfândega brasileira, contratação de frete e seguro marítimo ou aéreo, etc....

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Vídeo Canton Fair - China


sexta-feira, 10 de maio de 2013

Aeroporto de Viracopos bate recorde de importação para o mês de abril


O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), registrou recorde histórico para o mês de abril nas importações. Segundo a concessionária que administra o terminal aéreo, foram processadas 15,3 mil toneladas de materiais, número 3,4% acima do maior índice registrado anteriormente, em abril de 2011.
Segundo a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, o levantamento indica ainda que a as importações ficaram 16% acima do registrado em abril de 2012. Somando-se o que foi processado também nas exportações, este foi o segundo na série histórica dos últimos 13 anos para o mês, com 23,8 mil toneladas.
Segundo a concessionária, desde agosto do ano passado, foram investidos cerca de R$ 30 milhões na modernização do Terminal de Cargas de Viracopos. O local possui uma área de aproximadamente 75.000m² e é responsável por movimentar mais de 32% do total de carga aérea importada no país.
Ainda segundo a Aeroportos Brasil Viracopos, o local é equipado com um maquinário moderno, como transelevadores, que automatizam o processo de distribuição e armazenamento das cargas, câmaras frigoríficas e mais de cem empilhadeiras. (fonte: g1.globo.com)

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Transporte Marítimo Internacional - Acidentes e Incidentes

Assista no link abaixo uma aula esclarecedora sobre os acidentes e incidentes no transporte marítimo internacional.

Na aula são tratados os Acidentes e Incidentes da Navegação. São apresentadas as modalidades de avarias marítimas, diferenciando avaria simples (ou particular) de avaria comum (ou grossa). São tratados os principais incidentes marítimos, como encalhe, alijamento, arribada, varação e recalada. O professor Fábio Gentil aborda ainda a limitação de responsabilidade e o equilíbrio de forças no transporte internacional de cargas.
https://www.youtube.com/watch?v=JwYCX10Clic

Entenda o "Drawback"

DRAWBACK – Direitos ou taxas de importação devolvidos por um governo, no todo ou em parte, quando as mercadorias importadas são reexportadas ou usadas na manufatura de produtos exportados. Ou ainda, o regime aduaneiro especial denominado drawback consiste na importação de mercadoria destinada a beneficiamento, utilização na fabricação, complementação ou acondicionamento de outra a ser exportada. Os estímulos previstos para o o regime drawback, considerados como incentivos à exportação, são concedidos sob a forma de restituição, isenção ou suspensão de tributos.

DRAWBACK-RESTITUIÇÃO – Na modalidade de restituição, os incentivos do drawback são concedidos pela Superintendência da Receita Federal, mediante crédito fiscal a ser utilizado em qualquer importação posterior. O direito ao benefício é constituído pelo Certificado de Crédito Fiscal.

DRAWBACK-ISENÇÃO – Nesta modalidade, os incentivos são concedidos pela CACEX, sendo condição para a concessão do benefício a comprovação das exportações, já realizadas, de mercadorias, em quantidade e valor determinados, em cuja produção foram aplicados os insumos importados.

DRAWBACK-SUSPENSÃO – Este benefício fiscal é condicionado ao compromisso de exportar, no prazo estipulado no ato concessório, mercadorias em quantidade e valor determinados, em cuja produção serão aplicados os insumos a serem exportados. Os prazos de suspensão do pagamento dos tributos incidentes nas importações efetuadas sob o regime especial de drawback variam de acordo com o tipo de mercadoria. No caso de mercadorias destinadas à produção de bens de capital, por exemplo, por prazo compatível com a fabricação e exportação daqueles bens.


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terça-feira, 7 de maio de 2013

Novo viaduto para acesso ao Porto de Santos entra em operação.

Já está em operação o novo viaduto da Avenida Perimetral da Margem Esquerda do Porto. A obra foi inaugurada na manhã deste domingo com a expectativa de recuperar, em média, cinco horas diárias perdidas por conta do gargalo rodoferroviário no acesso à região portuária de Guarujá.
O elevado tem acesso na Avenida Santos Dumont, em Vicente de Carvalho, e passa pela linha férrea, evitando que os caminhões que chegam pela Rua do Adubo tenham que atravessar a ferrovia, ficando presos quando os trens estão operando.
O diretor de Infraestrutura da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Paulino Vicente, classificou o dia de ontem como "histórico" para o Porto de Santos. Ele lembra, no entanto, que o viaduto faz parte da primeira fase das obras da Perimetral de Guarujá que prevê, ainda, o alargamento da Avenida Santos Dumont, permitindo a implantação no trecho portuário de cinco pistas e no trecho do município, quatro e uma ciclovia.
"Esperamos maior fluidez e menos filas, com reflexos na rodovia. Por enquanto, não há mudanças de mão nas vias, apenas o próprio acesso e o fluxo do viaduto. No futuro, mudará, com a conclusão da primeira fase, quando teremos quatro pistas exclusivas para caminhões na Avenida Santos Dumont. Essa primeira fase está prevista para ser concluída em julho", explica a diretora de Trânsito e Transporte Público de Guarujá, Quetelin Scalioni. (Fonte: A Tribuna)

Pouca informação explica menor participação de pequenos no comércio exterior.

Apesar das micro e pequenas empresas (MPEs) representarem 45% das companhias exportadoras brasileiras em 2011, a soma do valor em dólares das vendas externas dessas firmas representava apenas 0,8% do total das transações.
Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A principal razão para a fraca participação, dizem especialistas, é a falta de informação sobre como exportar, além do pouco conhecimento sobre mercados externos.
Muitas MPEs desconhecem as vantagens da internacionalização, que incluem isenções fiscais de IPI, PIS e Cofins em algumas modalidades de exportações.
Com foco nas vantagens do mercado externo, uma pequena empresa de Mogi das Cruzes (SP) conquistou espaço em diversos países antes de seu lançamento no Brasil. Segundo Jeferson Umezaki, gerente comercial da MN Própolis, a empresa fundada em 1992 já nasceu exportando toda a produção para o Japão.
Especializada em produtos orgânicos e derivados do mel, somente 12 anos depois, em 2004, a empresa passou a desenvolver produtos para atender ao mercado interno.
Umezaki diz que o fundador da empresa, Norihito Matsuda, sabia da demanda por própolis no Japão quando o produto ainda era pouco conhecido por aqui. Atualmente, a MN Própolis exporta para mais de dez países.
Nos últimos anos, passou a se dedicar também ao consumidor local e, hoje, 50% do faturamento da empresa já vem do mercado interno. (Fonte: Folha de S. Paulo)

sexta-feira, 26 de abril de 2013

O que o mundo pode te trazer hoje? Day1 com Brad Feld

“Como seria a vida se...”– a proposição, usada para facilitar uma tomada de decisão difícil, surgiu a partir de um Day1 na vida de Brad Feld, experiente empreendedor e investidor americano, fundador daTechStars e diretor do Foundry Group, que faz questão de se definir também como corredor de maratonas e leitor assíduo.
Durante uma visita de seus pais no período em que estudava no MIT, em Boston, compartilhou com eles seu descontentamento com o ambiente e a vontade de voltar para Dallas, a sua cidade natal. Seu pai sugeriu que se dedicasse por 1 ano àquela experiência e, então, se ainda não estivesse convencido, que voltasse para casa. Durante os 7 anos em que ficou por lá, Brad não chegou a adorar o MIT, mas aproveitou a experiência.
A partir desse momento, sempre que pensava em desistir de alguma coisa, dava a ela uma chance de 1 mês – “um ano me parecia muito, mas este mês era importante”, lembra. “Pensei muitas vezes em desistir. Tive várias empresas que deram certo, várias que não deram certo, e sempre que eu sentia vontade de fechar uma empresa ou me livrar de algo, experimentava aquilo todos os dias durante um mês. Acordava todas as manhãs e pensava: ‘Como seria a vida se...’. E encarava o meu dia, mas pensava nisso no começo e no fim do dia. Muitas vezes, isso me fazia investir ainda mais no que eu estava trabalhando, em outros casos, me levava a desistir, porque via que não ia funcionar mais”.
Para Brad Feld, cada dia é um novo Day1. “Uns são ótimos, outros horríveis, mas você pode se reinventar todos os dias, não apenas como empreendedor, mas como ser humano”. Na época em que a bolha da internet começou a colapsar, contou ele, todos os dias eram muito ruins. “Eu pensava: amanhã será um dia melhor. Mas em um momento vi que cada dia era pior do que o anterior. Então, decidi mudar a minha perspectiva: em vez de pensar que o dia seguinte seria melhor, comecei a pensar: o que mundo vai me trazer hoje?”
Assista vídeo, no link do youtube, sobre este experiente empreendedor:

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Importação e competitividade

Recentemente, o governo federal prorrogou o prazo, até 1.º de maio, para acolhimento pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) de manifestações sobre a elevação de alíquotas de importação de uma lista de produtos. A Resolução Camex, editada em 7 de fevereiro, iniciou mais uma rodada de aumento de alíquotas de diversos itens, com um procedimento prudente e inovador: a consulta pública antes da adoção da medida. O processo inicial foi encerrado no dia 11 de março, mas a reabertura permite deduzir que o prazo foi insuficiente para a quantidade de contestações a serem apresentadas.
São candidatos às cem novas vagas para a Tarifa Externa Comum (TEC) 265 produtos, na maioria insumos industriais, que terão no início da sua cadeia um fator de "descompetitividade": químicos, borracha e celulose; boa parte dos produtos de aço, como barras, laminados, perfis e fios necessários à construção civil e à industrialização de diversos bens finais; e alguns bens de capital, suas partes e peças.
A Associação Brasileira de Empresas de Comércio Exterior (Abece), que reúne exportadoras e também importadoras que fornecem volumes expressivos de insumos e matérias-primas para a indústria, posicionou-se firmemente, em ofício à Camex, contra medidas que restringem a compra no exterior de bens indispensáveis à atividade produtiva, ressaltando que a importação contribui para promover a absorção de tecnologia e a obtenção de insumos mais eficientes. Além disso, viabiliza a redução dos custos de produção e o aumento da qualidade, conferindo maior competitividade ao produto brasileiro, inclusive para exportação.

Ler mais: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,importacao-e-competitividade-,1024739,0.htm

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Bens de capital terão alíquota de 2% até 31 de dezembro deste ano; e bens de informática e telecomunicações, até 31 de dezembro de 2014

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) publicou nesta segunda-feira no Diário Oficial da União (DOU) duas resoluções criando novos ex-tarifários de bens de capital e de bens de informática e telecomunicações. Pela Resolução nº 17, o governo altera para 2%, até 31 de dezembro de 2013, as alíquotas do Imposto de Importação sobre vários bens de capital.
A lista inclui itens como motores de pistão; bombas centrífugas; combinações de máquinas, montadas em "skid", próprias para bombeamento de oxigênio líquido; ventiladores axiais; equipamentos para síntese de ácido clorídrico (HCL); torradores de laboratório para desenvolvimento de produtos como amendoins, castanhas e nozes; entre vários outros.
A norma também zera a alíquota do Imposto de Importação, até 31 de dezembro de 2013, para combinações de máquinas, de aplicação exclusivamente ferroviária, para fabricação de locomotiva diesel-elétrica de 8 eixos, com potência bruta superior a 4.100HP. (fonte Veja Abril)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

O consumidor mudou. Sente-se mais seguro para aderir às novidades e agora, no lugar das marcas ilustres e confiáveis, dedica a sua atenção àquelas que “começam do zero”. Descubra algumas razões para esse fenômeno.


Remonta há décadas o nosso desejo por marcas ilustres, que oferecem produtos comprovados e estabelecidos. No entanto, a idade média das marcas no relatório BrandZ Top 100 Global Brands, da agência de pesquisas Millward Brown, caiu de forma significativa, passando de 84 anos, em 2006, para 68, em 2012. Ao mesmo tempo, uma tendência - identificada pela empresa de tendências Trendwatching – revelou que um novo grupo de consumidores se sente mais atraído pelas “clean slate brands”, ou seja, marcas que estão começando do zero: “mais novas, melhores, mais rápidas, limpas, abertas e interativas”. E, hoje, reservam a sua atenção e confiança a essas marcas sem legado nem história. Qual a razão para isso?
Segundo o estudo, esta tendência é impulsionada por uma mudança profunda nas preferências dos consumidores. Enquanto antes todo o conceito de marcas repousava sobre a ideia de que os consumidores precisavam de símbolos reconhecíveis e confiáveis, lapidados ao longo de anos, que os ajudassem a escolher melhor, hoje se reconhece que os consumidores ficam imediatamente à vontade para aderir às novas marcas, produzindo uma “confiança instantânea”.
É o caso de muitas startups, como o Simple, um banco digital focado em serviços ao consumidor, que lançou suas operações completas em julho de 2012 e, apesar de não ter o legado nem a presença física de um banco tradicional,começou a atender a uma lista de espera de 125 mil clientes que vinha se formando desde que o lançamento foi anunciado, em 2010.
Um dos fatores que contribuem para esse fenômeno, segundo o trendwatching.com, é o reconhecimento imediato. Como as experiências são mais compartilhadas, os consumidores se sentem mais seguros para adotar novidades mais rápido. De acordo com uma pesquisa realizada pela Nielsen,92% das pessoas confiam nas recomendações de amigos e familiares acima de qualquer publicidade, um crescimento de 18% desde 2007. Outro dado da pesquisa mostra que a opinião de consumidores online é a segunda fonte mais confiável para informações sobre marcas, com 70% de taxa de confiança.
Neste sentido, as “clean slate brands” contam também com uma facilidade de se conectar com os consumidores, estabelecendo uma comunicação mais participativa e menos cerimoniosa. Um exemplo representativo é o Waze, um aplicativo de trânsito e navegação para smartphone, de origem israelense, que conta com a contribuição dos usuários para atualizar suas informações, garantindo assim a sensação de que têm uma relação importante com a marca. Em 2012, o app aumentou a sua base de uso de 10 milhões para 36 milhões de pessoas.
Na esteira dessa tendência, as grandes empresas também têm questionado a atitude, o tom, a estrutura e a abordagem das suas marcas. Embora as “clean slate brands” pareçam mais compatíveis com pequenas empresas inovadoras ou startups revolucionárias, suas características de sucesso podem ser adotadas pelas grandes e antigas: “aproveite a oportunidade para fazer as coisas de um jeito diferente”, pensando em novos produtos ou empreitadas; “reduza a complexidade”, enxugando o portfólio e estruturas empresariais e incorporando clareza e velocidade à tomada de decisões; “absorva responsabilidades”, mantendo um compromisso sério com a sustentabilidade, por exemplo; “tenha uma voz autêntica” e algo interessante a dizer, conectando-se de forma significativa com os consumidores.
Por fim, se ainda assim parecer improvável que a sua marca se torne uma “clean slate brand”, por que não estabelecer parceira com outra que já tenha essa possibilidade, e contribuir com ela?
Por Carolina Pezzoni, da equipe de Cultura Empreendedora - Endeavor Brasil.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Fim do ICMS sobre PIS/Cofins gerará repercussão.

O Supremo Tribunal Federal julgou inconstitucional a inclusão dos valores despendidos a título de ICMS na base de cálculo do PIS e da Cofins decorrentes de operações de importação de bens e serviços, afastando as disposições do artigo 7º da Lei 10.865/2004, que equipara o conceito de valor aduaneiro ao valor que serviria de base de cálculo para fins de apuração do Imposto de Importação, acrescido dos valores desembolsados na operação com ICMS.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Estado de SP passa a exigir ICMS diferenciado nas operações interestaduais.

Estado passa a exigir ICMS diferenciado nas operações interestaduais. Especialistas são contra e alegam que medida trará danos para importador e cliente final.

Já está em vigor o Decreto 58.918/13 do estado de São Paulo, que estabelece a cobrança da diferença do ICMS em importações realizadas por outros estados brasileiros, desde que as mercadorias não tenham os incentivos fiscais aprovados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) – a chamada Guerra Fiscal. Ou seja, São Paulo passa a exigir o imposto que não é recolhido nos demais estados.

Com a nova medida, os contribuintes terão de pagar até a entrada da mercadoria no território paulista a diferença do imposto destacado na Nota Fiscal de saída do estado de origem do produto. Para que os adquirentes possam fazer o cálculo do valor do ICMS a ser recolhido, a Secretaria da Fazenda paulista divulgará uma lista com os benefícios ou incentivos oferecidos por determinados estados brasileiros, assim como as respectivas diferenças do imposto a serem recolhidas antes da entrada da mercadoria em São Paulo.

“De acordo com o decreto, as empresas situadas em estados que oferecem benefícios ou incentivos fiscais, e que não sejam optante pelos mesmos, deverão apresentar prova formal em modelo a ser definido pelo fisco paulista, de que não estão inscritas nesses mecanismos que reduzem o valor do ICMS pago em transações interestaduais”, esclarece Dario Tomaselli Neto, empresário da Torent do Brasil Importação e Exportação, de Blumenau (SC).

Prejuízos

Desde que o decreto paulista foi regulamentado, a repercussão no setor de comércio exterior do país vêm sendo negativa. Para Tomaselli Neto, que realiza operações interestaduais, a medida prejudicará as empresas importadoras que revendem seus produtos para São Paulo, já que o benefício fiscal oferecido pelos demais estados será compensado nas vendas destinadas ao estado paulista.

“Os principais prejudicados serão as regiões que oferecem benefícios fiscais, como Santa Catarina, pois empresas paulistas que eventualmente têm instaladas, ou gostariam de implantar, filiais nesses estados, para aproveitar os benefícios oferecidos, não terão mais interesse a partir das mudanças impostas pelo estado de São Paulo”, ressalta. Tomaselli Neto ainda destaca que com as mudanças nos custos, o consumidor final também será prejudicado. (fonte: SEGS - www.segs.com.br)

Camex reduz imposto de mais 217 bens de capital

A Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) estendeu a redução temporária do imposto de importação (ex-tarifário) para mais 217 bens de capital (máquinas e equipamentos industriais) sem produção no Brasil.

A Resolução Camex nº 17, publicada na edição de segunda-feira, 1º, do Diário Oficial da União, determina a redução para 2%, até 31 de dezembro deste ano, das alíquotas para compra no exterior de 213 itens, como motores marítimos, bombas e combinações de máquinas. As alíquotas originais dos itens beneficiados pela redução variam de 14% a 16%. Uma segunda Resolução, a Camex nº 18, beneficia os setores de informática e telecomunicações, cuja alteração é válida até 30 de junho de 2014.

Segundo a nota da Camex/MDIC, os investimentos globais vinculados aos 217 novos ex-tarifários somam US$ 6,62 bilhões, enquanto os valores relacionados à importação de equipamentos são de US$ 519 milhões. Ainda de acordo com o comunicado, a maior parte dos investimentos relacionados às duas novas resoluções vêm dos setores de geração de energia (65,67%), ferroviário (19,60), petróleo (2,71%), agroindústria (2,68%) e siderúrgico (2,13%). Os itens com o imposto reduzido podem ser conferidos no Diário Oficial da União. (ver no link: http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=01/04/2013&jornal=1&pagina=14&totalArquivos=120)

Com as novas provações, a Camex já concedeu, em 2013, 908 ex-tarifários que integram projetos de investimentos de US$ 9,7 bilhões e representam US$ 2,49 bilhões em importação de equipamentos.
(fonte: notícias - automotive business)