terça-feira, 30 de julho de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
Uma atitude ecologicamente correta.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Mantega confirma estudo para baixar Imposto de Importação de insumos básicos.
O Imposto de Importação de algumas matérias-primas básicas poderá cair para conter a inflação, disse no dia 5 de julho de 2013 o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele confirmou que o governo estuda antecipar a redução das alíquotas, que ocorreria em setembro, para compensar os efeitos da alta do dólar nas últimas semanas.
Em setembro do ano passado [2012], o governo elevou a tarifa sobre insumos como aço, fertilizante, produtos químicos, vidros e laminados por 12 meses para estimular a produção nacional dessas matérias-primas e facilitar a competição com os importados. No entanto, de acordo com Mantega, o dólar mais caro diminuiu a necessidade da medida protecionista.
"O dólar está flutuando, mas, neste momento, está mais valorizado do que naquela época [setembro do ano passado]. Desta maneira, ele acaba criando uma defesa natural para esse tipo de insumo", disse o ministro. Segundo ele, ainda não se definiu qual será a redução das alíquotas. "Isso vai depender do comportamento do dólar e será discutido com cada setor." (fonte Agrosoft Brasil)
Em setembro do ano passado [2012], o governo elevou a tarifa sobre insumos como aço, fertilizante, produtos químicos, vidros e laminados por 12 meses para estimular a produção nacional dessas matérias-primas e facilitar a competição com os importados. No entanto, de acordo com Mantega, o dólar mais caro diminuiu a necessidade da medida protecionista.
"O dólar está flutuando, mas, neste momento, está mais valorizado do que naquela época [setembro do ano passado]. Desta maneira, ele acaba criando uma defesa natural para esse tipo de insumo", disse o ministro. Segundo ele, ainda não se definiu qual será a redução das alíquotas. "Isso vai depender do comportamento do dólar e será discutido com cada setor." (fonte Agrosoft Brasil)
Leia mais no link: http://www.agrosoft.org.br/agropag/225850.htm
terça-feira, 2 de julho de 2013
Exportações brasileiras apresentam estabilidade no primeiro semestre.
“Como disse no começo do ano, nossa previsão é de que as exportações este ano se mantenham em um patamar aproximado em relação aos resultados de 2012 e 2011, anos em que apresentaram valores recordes. No semestre, esta previsão se confirma”, afirmou. Sobre o déficit da balança comercial no semestre, de US$ 3 bilhões, Tatiana analisou que há “uma trajetória de recuperação”, tendo em vista que, em junho, houve superávit de US$ 2,394 bilhões. “Com isso, reafirmo a previsão de que teremos saldo positivo na balança comercial em 2013, ainda que menor do que o de 2012”, disse.
A secretária de Comércio Exterior explicou que o desempenho da balança comercial este ano é afetado por uma queda nas exportações de petróleo e derivados (-38,9% na média diária em relação ao primeiro semestre de 2012) e disse que se descontadas estas vendas, as exportações somam US$ 104,9 bilhões em 2013, que é o maior valor semestral neste comparativo, superando o resultado de 2011 (US$ 103,4 bilhões).
Mercados
Em relação aos principais mercados das exportações brasileiras, o que mais cresceu no primeiro semestre do ano foi o Oriente Médio (8,1%), com destaques para carne de frango e bovina, soja, açúcar e milho. Para a Ásia (7,2%), os produtos mais exportados foram soja, minério, açúcar, milho, carnes, celulose, farelo, couro e peles, café e bombas e compressores. A América Latina e Caribe (2,4%) também compraram mais dos fornecedores brasileiros, especialmente, automóveis, veículos de carga, minério de ferro, polímeros plásticos, carne bovina e motores para automóveis.
Houve queda nas vendas para a Europa Oriental (-6,5%), com embarques reduzidos de carne de frango e suína, açúcar e aviões. O mercado da União Europeia (-7,4%) também experimentou retração, provocada, principalmente, por vendas menores de petróleo, soja e café. Na África (-5,6%), a queda se explica por transações inferiores de construções pré-fabricadas, trigo e arroz. (fonte: MDIC)
Ferramenta oferecida pela Endeavor compara crescimento das empresas no Brasil
Ferramenta compara crescimento das empresas no Brasil
Ferramenta criada pela Endeavor possibilita a análise e comparação dos setores e empresas que mais crescem no país.
Entre 2007 e 2010, apenas 1,5% das empresas brasileiras criaram mais de 50% dos novos postos de trabalho no país. Esse é um dos exemplos do impacto das chamadas empresas de alto crescimento (EACs), que aumentam seu quadro de funcionários em pelo menos 20% ao ano, por um período de três anos e que possuem um mínimo de 10 funcionários no início da análise.
Com o objetivo de auxiliar empreendedores a analisar o desempenho de suas empresas, a Endeavor desenvolveu uma ferramenta de visualização de dados, que apresenta indicadores de desempenho para 20 setores da economia. Munido dessas informações, o empreendedor entende, por exemplo, a evolução do seu ramo de atuação e pode comparar como sua empresa está posicionada em relação a seus concorrentes.
Além de contribuir diretamente com os empreendedores, a ferramenta faz parte da estratégia da Endeavor em promover um melhor ecossistema para o empreendedorismo no Brasil: “Governos e instituições de apoio têm mais um recurso que ilustra como as empresas de alto crescimento estão transformando o país”, diz Pamella Gonçalves, gerente de Pesquisa e Políticas Públicas da Endeavor.
Um das possíveis aplicações da ferramenta é observar o desenvolvimento das EACs e das startup’s de alto crescimento (SACs) – EACs com até cinco anos de idade – no setor da agricultura e pecuária: entre 2007 e 2010, elas aumentaram o número de funcionários em 213% e 280%, respectivamente. Uma empresa média desse setor, por outro lado, reduziu seu quadro de empregados em 11%.
saiba mais:
http://www.endeavor.org.br/artigos/estrategia-crescimento/cenarios-e-tendencias/ferramenta-compara-empresas-que-mais-crescem-no-brasil?utm_source=akna&utm_medium=disparo&utm_content=01.07.2013&utm_campaign=conteudo
Ferramenta criada pela Endeavor possibilita a análise e comparação dos setores e empresas que mais crescem no país.
Entre 2007 e 2010, apenas 1,5% das empresas brasileiras criaram mais de 50% dos novos postos de trabalho no país. Esse é um dos exemplos do impacto das chamadas empresas de alto crescimento (EACs), que aumentam seu quadro de funcionários em pelo menos 20% ao ano, por um período de três anos e que possuem um mínimo de 10 funcionários no início da análise.
Com o objetivo de auxiliar empreendedores a analisar o desempenho de suas empresas, a Endeavor desenvolveu uma ferramenta de visualização de dados, que apresenta indicadores de desempenho para 20 setores da economia. Munido dessas informações, o empreendedor entende, por exemplo, a evolução do seu ramo de atuação e pode comparar como sua empresa está posicionada em relação a seus concorrentes.
Além de contribuir diretamente com os empreendedores, a ferramenta faz parte da estratégia da Endeavor em promover um melhor ecossistema para o empreendedorismo no Brasil: “Governos e instituições de apoio têm mais um recurso que ilustra como as empresas de alto crescimento estão transformando o país”, diz Pamella Gonçalves, gerente de Pesquisa e Políticas Públicas da Endeavor.
Um das possíveis aplicações da ferramenta é observar o desenvolvimento das EACs e das startup’s de alto crescimento (SACs) – EACs com até cinco anos de idade – no setor da agricultura e pecuária: entre 2007 e 2010, elas aumentaram o número de funcionários em 213% e 280%, respectivamente. Uma empresa média desse setor, por outro lado, reduziu seu quadro de empregados em 11%.
saiba mais:
http://www.endeavor.org.br/artigos/estrategia-crescimento/cenarios-e-tendencias/ferramenta-compara-empresas-que-mais-crescem-no-brasil?utm_source=akna&utm_medium=disparo&utm_content=01.07.2013&utm_campaign=conteudo
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Camex reduz Imposto de Importação para máquinas e equipamentos industriais

Brasília (24 de junho) – A Câmara de Comércio Exterior (Camex) concedeu redução de Imposto de Importação de 14% e 16% para 2%, até 31/12/2014, para 193 máquinas e equipamentos industriais sem produção no Brasil. A redução, sob o regime de ex-tarifário, visa incentivar investimentos, possibilitar o aumento da inovação tecnológica e gerar empregos em diferentes segmentos da economia.
A redução de alíquotas entrou hoje em vigor com a publicação da Resolução Camex n°46/2013, com a lista de 182 ex-tarifários para bens de capital (165 novos e 17 renovações) e da Resolução Camex n°45/2013, com 11 novos ex-tarifários para bens de informática e telecomunicação. Com a publicação das duas novas Resoluções Camex, o número de ex-tarifários concedidos este ano chega a 1.710.
Os investimentos globais e os investimentos relativos às importações de equipamentos vinculados aos ex-tarifários publicados hoje, são, respectivamente, de US$ 894 milhões e US$ 492 milhões. Os principais setores contemplados em relação aos investimentos globais, são os de construção civil (29,36%); de telecomunicações (18,28%); de serviços (10,87%); alimentício (7,00%); de mineração (4,49%); e o automotivo (4,42%).Os equipamentos beneficiados com a redução de alíquotas serão importados principalmente da China (31,92%); dos Estados Unidos (26,89%); da Itália (11,17%);da Alemanha (11,11%); e da Holanda (7,78%).
Entre os projetos beneficiados, destacam-se a implantação de uma indústria com capacidade para produzir inicialmente 750 mil toneladas por ano de cimento tipo Portland, no Paraná; e os investimentos na fabricação de 1 milhão de unidades por mês de telefones celulares e smartphones, em São Paulo; na prestação de serviços para exploração de petróleo e gás, no Rio de Janeiro; e para aumentar o beneficiamento e exportação de minério de ferro em Minas Gerais. (fonte MDIC)
A Maniga, incorporada de profissionais com mais de 10 anos de experiência em Comex, tem como analisar todos os benefícios dos novos ex-tarifários aos clientes interessados. www.maniga.com.br
terça-feira, 18 de junho de 2013
Tratamento Tributário na Importação
Refere-se à tributação incidente sobre a entrada de mercadorias estrangeiras no território aduaneiro. Os tributos incidentes na importação são:
Imposto de Importação – II
Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI
Contribuição para o PIS/PASEP E COFINS
Adicional de Frete para a Renovação da Marinha Mercante – AFRMM
CIDE-Combustíveis
Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS
Taxa de Utilização do Siscomex
Para a base de cálculos dos impostos incidentes na importação, faz-se necessário conhecer o valor aduaneiro da mercadoria estrangeira. De acordo com o Regulamento Aduaneiro (Decreto No. 6.759, de 05 de fevereiro de 2009), toda mercadoria submetida a despacho aduaneiro de importação está sujeita ao controle do valor aduaneiro, de acordo com as regras estalecidas no Acordo Sobre Valoração Aduaneira do GATT.
Consulte a Maniga - Serviços de desembaraços aduaneiros nas importações e exportações.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Exportações crescem 10,9% na primeira semana de junho.
Brasília (10 de junho) – Na primeira semana de junho (1° a 9), com cinco dias úteis, as exportações brasileiras atingiram US$ 5,367 bilhões, com média diária de US$ 1,073 bilhão. O valor é 10,9% superior à média de US$ 967,7 milhões registrada em junho de 2012.
Houve aumento nas vendas externas de bens produtos básicos (25,3%), por conta de milho em grão, farelo de soja, carne de frango, bovina e suína, petróleo, arroz, e soja em grão. Entre os semimanufaturados (12,2%), os maiores crescimentos foram para catodos de cobre, açúcar em bruto, celulose, couros e peles, e ferro fundido. Por outro lado, decresceram as vendas de produtos manufaturados (-6,7%), em razão de máquinas e aparelhos de terraplanagem, pneumáticos, papel e cartão, partes de motores para veículos, e motores e geradores elétricos.
Em relação à média de maio de 2013 (US$ 1,039 bilhão), as exportações tiveram aumento de 3,3%, devido ao crescimento nas vendas de produtos semimanufaturados (16,5%) e básicos (7,1%), enquanto decresceram os embarques de manufaturados (-6%).
As importações, na primeira semana de junho de 2013, somaram US$ 5,082 bilhões, com média diária de US$ 1,016 bilhão. O resultado foi 9,6% maior que a média de junho de 2012 (US$ 927,7 milhões). Neste comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com farmacêuticos (56,9%), veículos automóveis e partes (54,6%), aparelhos eletroeletrônicos (35,6%), plásticos e obras (29,3%), equipamentos mecânicos (28,1%), e instrumentos de ótica e precisão (13,4%).
Na comparação com o resultado médio alcançado em maio 2013 (US$ 1,003 bilhão), houve incremento de 2,3% nas importações. Houve aumento, principalmente, nas importações de farmacêuticos (43,2%), equipamentos mecânicos (22,5%), veículos automóveis e partes (21,6%), adubos e fertilizantes (19,4%), siderúrgicos (16,6%), e aparelhos eletroeletrônicos (12,8%).
Assim, o saldo comercial de junho está superavitário em US$ 285 milhões, com média diária de US$ 57 milhões. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) do período totalizou US$ 10,449 bilhões, com média diária de US$ 2,089 bilhões. Pela média, o resultado representou aumento de 10,3% na comparação com junho do ano passado (US$ 1,895 bilhão) e de 2,3% na relação com maio último (US$ 2,042 bilhões).
Houve aumento nas vendas externas de bens produtos básicos (25,3%), por conta de milho em grão, farelo de soja, carne de frango, bovina e suína, petróleo, arroz, e soja em grão. Entre os semimanufaturados (12,2%), os maiores crescimentos foram para catodos de cobre, açúcar em bruto, celulose, couros e peles, e ferro fundido. Por outro lado, decresceram as vendas de produtos manufaturados (-6,7%), em razão de máquinas e aparelhos de terraplanagem, pneumáticos, papel e cartão, partes de motores para veículos, e motores e geradores elétricos.
Em relação à média de maio de 2013 (US$ 1,039 bilhão), as exportações tiveram aumento de 3,3%, devido ao crescimento nas vendas de produtos semimanufaturados (16,5%) e básicos (7,1%), enquanto decresceram os embarques de manufaturados (-6%).
As importações, na primeira semana de junho de 2013, somaram US$ 5,082 bilhões, com média diária de US$ 1,016 bilhão. O resultado foi 9,6% maior que a média de junho de 2012 (US$ 927,7 milhões). Neste comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com farmacêuticos (56,9%), veículos automóveis e partes (54,6%), aparelhos eletroeletrônicos (35,6%), plásticos e obras (29,3%), equipamentos mecânicos (28,1%), e instrumentos de ótica e precisão (13,4%).
Na comparação com o resultado médio alcançado em maio 2013 (US$ 1,003 bilhão), houve incremento de 2,3% nas importações. Houve aumento, principalmente, nas importações de farmacêuticos (43,2%), equipamentos mecânicos (22,5%), veículos automóveis e partes (21,6%), adubos e fertilizantes (19,4%), siderúrgicos (16,6%), e aparelhos eletroeletrônicos (12,8%).
Assim, o saldo comercial de junho está superavitário em US$ 285 milhões, com média diária de US$ 57 milhões. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) do período totalizou US$ 10,449 bilhões, com média diária de US$ 2,089 bilhões. Pela média, o resultado representou aumento de 10,3% na comparação com junho do ano passado (US$ 1,895 bilhão) e de 2,3% na relação com maio último (US$ 2,042 bilhões).
Ano
De janeiro até a primeira semana de junho, a corrente de comércio totalizou US$ 202,421 bilhões (média diária de US$ 1,874 bilhão), com aumento de 3,8% sobre a média do período equivalente do ano passado (US$ 1,805 bilhão). Nos 108 dias úteis de 2013, a balança comercial registra déficit de US$ 5,109 bilhões (média diária negativa de US$ 47,3 milhões). Em período correspondente do ano passado, havia superávit de US$ 6,563 bilhões, com resultado médio diário de US$ 61,9 milhões.
No acumulado do ano, as exportações alcançaram US$ 98,656 bilhões (média diária de US$ 913,5 milhões), resultado 2,2% abaixo do verificado no período equivalente de 2012, que teve média diária de US$ 933,7 milhões. O desempenho diário do acumulado anual das importações está 10,2% maior em relação ao ano passado (média de US$ 871,8 milhões). No ano, as compras brasileiras no mercado externo chegam a US$ 103,765 bilhões (média de US$ 960,8 milhões). (fonte: MDIC)
De janeiro até a primeira semana de junho, a corrente de comércio totalizou US$ 202,421 bilhões (média diária de US$ 1,874 bilhão), com aumento de 3,8% sobre a média do período equivalente do ano passado (US$ 1,805 bilhão). Nos 108 dias úteis de 2013, a balança comercial registra déficit de US$ 5,109 bilhões (média diária negativa de US$ 47,3 milhões). Em período correspondente do ano passado, havia superávit de US$ 6,563 bilhões, com resultado médio diário de US$ 61,9 milhões.
No acumulado do ano, as exportações alcançaram US$ 98,656 bilhões (média diária de US$ 913,5 milhões), resultado 2,2% abaixo do verificado no período equivalente de 2012, que teve média diária de US$ 933,7 milhões. O desempenho diário do acumulado anual das importações está 10,2% maior em relação ao ano passado (média de US$ 871,8 milhões). No ano, as compras brasileiras no mercado externo chegam a US$ 103,765 bilhões (média de US$ 960,8 milhões). (fonte: MDIC)
terça-feira, 11 de junho de 2013
Para empresas que querem iniciar atividades no comércio exterior.
Habilitação no RADAR - IN 1288 de 31/08/2012
Para a empresa iniciar atividades de exportação e/ou importação, é necessário estar registrada no RADAR (Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros).
Para a empresa iniciar atividades de exportação e/ou importação, é necessário estar registrada no RADAR (Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros).
A Maniga presta serviços para habilitação das empresas no
Siscomex.
Preparamos e coletamos todos os documentos necessários e
exigidos pela IN1288/2012 (nova legislação que regulamenta a habilitação no
radar) analisamos estes documentos, adequamos à referida legislação, preenchemos
todos os formulários, declarações, procurações e anexos inerentes a este
tramite, montamos o processo e protocolamos junto a Receita Federal (RFB).
Depois do processo protocolado, fazemos todo o acompanhamento,
inclusive cumprimento das intimações até que o mesmo seja concluído.
Atendemos empresas de todos os Estados, seguimentos e tipos de
sociedades. A Maniga apresenta como diferencial
vasta experiência no preenchimento dos documentos e anexos.
MODALIDADES DE HABILITAÇÃO:
Prestamos serviços para todas as modalidades de habilitação, a saber: Expressa, Ilimitada e Limitada.
Consultem-nos e enviaremos uma proposta de serviço com todos os detalhes para habilitação da sua empresa. www.maniga.com.br
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Camex aprova novos investimentos na indústria.
Brasília (4 de junho) – Entrou hoje em vigor a redução, de 16% e de 14% para 2%, das alíquotas de Imposto de Importação para 236 máquinas e equipamentos industriais, sem produção no Brasil. A medida foi aprovada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), presidida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Os itens que tiveram redução de alíquotas para compras externas são bens de capital e bens de informática e telecomunicação vinculados a projetos de investimentos que chegam a US$ 12,4 bilhões.
As Resoluções Camex com as especificações dos ex-tarifários aprovados foram publicadas hoje no Diário Oficial da União. A Resolução Camex n° 39 traz a relação de 227 bens de capital aprovados, sendo 214 novos e 13 renovações. Já a Resolução Camex n° 40 refere-se a 9 ex-tarifários concedidos para bens de informática e telecomunicação, sendo oito novos e uma renovação. Com as duas novas Resoluções Camex, o número de ex-tarifários aprovados em 2013 chega a 1.518.
Os principais setores contemplados, em relação aos investimentos globais, foram os de eletroeletrônicos, o automotivo, e o setor alimentício. Entre os projetos beneficiados com a redução de alíquotas para importação de equipamentos estão os investimentos na produção de aparelhos portáteis de telefonia móvel com tecnologias 3G e 4G - conhecidos como “smart fones” - para atendimento do Plano Nacional de Banda Larga, e abastecimento do mercado interno; a instalação de uma fábrica de caminhões guindastes e equipamentos de terraplanagem para os mercados interno e externo; a implantação de uma fábrica de óleo vegetal; e a importação de cilindros hidráulicos, em aço, para instalação das comportas da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. As importações beneficiadas com a redução de alíquotas virão, principalmente, da Coréia do Sul, da Itália, e da Alemanha. (fonte MDIC).
As Resoluções Camex com as especificações dos ex-tarifários aprovados foram publicadas hoje no Diário Oficial da União. A Resolução Camex n° 39 traz a relação de 227 bens de capital aprovados, sendo 214 novos e 13 renovações. Já a Resolução Camex n° 40 refere-se a 9 ex-tarifários concedidos para bens de informática e telecomunicação, sendo oito novos e uma renovação. Com as duas novas Resoluções Camex, o número de ex-tarifários aprovados em 2013 chega a 1.518.
Os principais setores contemplados, em relação aos investimentos globais, foram os de eletroeletrônicos, o automotivo, e o setor alimentício. Entre os projetos beneficiados com a redução de alíquotas para importação de equipamentos estão os investimentos na produção de aparelhos portáteis de telefonia móvel com tecnologias 3G e 4G - conhecidos como “smart fones” - para atendimento do Plano Nacional de Banda Larga, e abastecimento do mercado interno; a instalação de uma fábrica de caminhões guindastes e equipamentos de terraplanagem para os mercados interno e externo; a implantação de uma fábrica de óleo vegetal; e a importação de cilindros hidráulicos, em aço, para instalação das comportas da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. As importações beneficiadas com a redução de alíquotas virão, principalmente, da Coréia do Sul, da Itália, e da Alemanha. (fonte MDIC).
terça-feira, 28 de maio de 2013
Fila de caminhões no porto de Santos causa lentidão de mais de 50 km
O segundo dia de restrições ao funcionamento de pátios reguladores do fluxo de caminhões rumo ao porto de Santos (72 km de São Paulo) tem sido de caos nas estradas entre a capital e o litoral. Na manhã desta terça-feira (28), somados os pontos de lentidão no Sistema Anchieta-Imigrantes, houve mais de 50 quilômetros de congestionamentos.
No começo da tarde, segundo a Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes, a pista norte da Via Anchieta está bloqueada no trecho de serra, entre o km 40 e km 55, para implantação da operação descida.
A pista sul da Anchieta segue congestionada por 18 quilômetros, do km 26 ao km 44 no sentido Litoral.
A alternativa para os veículos de passeio é seguir pela Imigrantes, que tem boas condições nos dois sentidos, de acordo com a Ecovias.
Na Cônego Domênico Rangoni (ex-Piaçaguera-Guarujá), o tráfego está normalizado, também segundo dados da concessionária.
A interligação planalto, no sentido da Imigrantes para a Anchieta, tem tráfego congestionado por toda a sua extensão, entre o km 1 e o km 8.
As informações sobre as condições de tráfego estão sendo disponibilizadas para os motoristas pelos painéis de mensagens instalados na rodovia, site, gravações no 0800-197878 e Twitter da concessionária.
Prefeitura de Cubatão restringiu horários para caminhão estacionar
Desde segunda-feira (27), a prefeitura de Cubatão (56 km de São Paulo) faz valer um decreto pelo qual os pátios para estacionamento de caminhões podem funcionar somente das 8 às 18h. Antes, abriam 24 horas diariamente.
Isso provocou quilômetros de lentidão ou trânsito parado na subida e na descida da Serra do Mar desde a noite de segunda e ainda na manhã desta terça (28), com caminhões à espera da abertura desses pátios. Os locais servem para manter os caminhões fora das estradas enquanto esperam por sua vez de carregar e descarregar mercadorias no porto de Santos.
No começo da tarde, segundo a Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes, a pista norte da Via Anchieta está bloqueada no trecho de serra, entre o km 40 e km 55, para implantação da operação descida.
A pista sul da Anchieta segue congestionada por 18 quilômetros, do km 26 ao km 44 no sentido Litoral.
A alternativa para os veículos de passeio é seguir pela Imigrantes, que tem boas condições nos dois sentidos, de acordo com a Ecovias.
Na Cônego Domênico Rangoni (ex-Piaçaguera-Guarujá), o tráfego está normalizado, também segundo dados da concessionária.
A interligação planalto, no sentido da Imigrantes para a Anchieta, tem tráfego congestionado por toda a sua extensão, entre o km 1 e o km 8.
As informações sobre as condições de tráfego estão sendo disponibilizadas para os motoristas pelos painéis de mensagens instalados na rodovia, site, gravações no 0800-197878 e Twitter da concessionária.
Prefeitura de Cubatão restringiu horários para caminhão estacionar
Desde segunda-feira (27), a prefeitura de Cubatão (56 km de São Paulo) faz valer um decreto pelo qual os pátios para estacionamento de caminhões podem funcionar somente das 8 às 18h. Antes, abriam 24 horas diariamente.
Isso provocou quilômetros de lentidão ou trânsito parado na subida e na descida da Serra do Mar desde a noite de segunda e ainda na manhã desta terça (28), com caminhões à espera da abertura desses pátios. Os locais servem para manter os caminhões fora das estradas enquanto esperam por sua vez de carregar e descarregar mercadorias no porto de Santos.
(fonte Rafael Motta - Uol) saiba mais no link: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/28/fila-de-caminhoes-no-porto-de-santos-causa-congestionamento-de-43-km.htm
Princípios da Importação.
Importação é o procedimento comercial e fiscal que tem por objetivo trazer um bem, que pode ser um produto ou um serviço, do exterior para ser nacionalizado no país de referência. O procedimento deve ser efetuado via legalização do produto ou serviço, que ocorre a partir de procedimentos burocráticos ligados à Receita do país de destino, bem como da alfândega, durante o descarregamento e entrega, que pode ser por via aérea, marítima, rodoviária ou ferroviária. O transporte pode ser multimodal, quando mais de um tipo de transporte é utilizado para entrega.
Roteiro básico para importar.
1. Identificar as melhores condições comerciais em função dos exportadores consultados;
2. Verificar se a importação é permitida ou se possui alguma exigência de ordem administrativa;
3. Apuração de todos os custos da importação;
4. De acordo com o concorrência interna, verificar a viabilidade da importação ou não;
5. Sempre negociar a operação com o exportador;
6. Verificar se todos os documentos e produto e/ou serviço estão de acordo com as normas brasileira antes do embarque pelo exportador no exterior;
7. Após conferência dos especialistas, autorizar o embarque do produto e/ou serviço;
8. Receber documentos e enviá-los ao despachante para que o mesmo avalie e inicie o processo de despacho aduaneiro de importação (nacionalização);
9. Providenciar a internalização do produto e/ou serviço (Registro da operação de importação no SISCOMEX - Sistema Integrado de Comércio Exterior);
10. Pagar os impostos incidentes sobre a importação e receber o produto e/ou serviço;
11. Pagar a importação e fechar o câmbio. (pode ser antes ou pós embarque, de acordo com as negociações com o exportador).
A Maniga tem equipe experiente para executar com segurança, precisão e agilidade importações door-to-door.
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terça-feira, 21 de maio de 2013
Ter uma visão muito clara do negócio é o primeiro passo para formar uma estratégia de branding. Saiba o que recomendam especialistas no assunto.
“De dentro de uma empresa, existem dois olhares tradicionais para o negócio: olhar só para fora – o consumidor, o trade – ou para dentro dela – a produção, a distribuição, o outro não existe etc. De qualquer forma, a empresa é sempre a referência. O branding propõe: saia dela. Busque uma perspectiva que permita que ela seja vista dentro do contexto dela, para perceber coisas que não percebia antes.” É nisto que aposta o publicitário e consultor Ricardo Guimarães, da Thymus Branding.
Ainda sob o seu ponto de vista, se existe uma única razão para o investimento em marca, esta é a redução no custo de crescimento: de capital, recrutamento, expansão, gestão de vendas... Para ele, a marca deve ser vista como ativo estratégico. Um nome, ao qual as pessoas relacionam competências, atitudes e valores, que por sua vez alimentam a expectativa de entregas futuras e aumentam o valor de mercado. “Gerenciar marca é gerenciar experiências e expectativas, utilizando a percepção de valor como indicador de sucesso”, define o consultor.
Mais detalhes no link: http://www.endeavor.org.br/artigos/marketing-vendas/branding/do-que-e-feita-uma-grande-marca
Mais detalhes no link: http://www.endeavor.org.br/artigos/marketing-vendas/branding/do-que-e-feita-uma-grande-marca
Algumas dicas para Importar.
Registro no RADAR.
A empresa importadora deve estar devidamente cadastrada e habilitada no SISCOMEX (Sistema Integrado de Comércio Exterior). Sem esse registro, é impossível obter os outros documentos necessários para concretizar a importação.
Classificação fiscal das mercadorias
O importador deve checar as nomenclaturas e a devida classificação dos produtos junto à Secretária da Fazenda e os órgãos responsáveis. Por exemplo, quando o produto a ser importado for um medicamento, é necessária a autorização prévia da Anvisa. Caso contrário o produto será barrado na alfândega, e somente terá a liberação após apresentação dos documentos legais da Anvisa. A mercadoria terá custos de armazenamento pelo tempo que ficar retida na alfândega.
Logística e transporte
Combine com o exportador do produto, no exterior, qual o procedimento será determinado para o transporte, data de envio e a data estimada para a chegada. Os modais de transporte podem ser: rodoviário, ferroviário, aéreo ou marítimo. De acordo com a quantidade e volume o tipo de transporte pode proporcionar menores custos, importante avaliar, antes do embarque, qual atende esse objetivo.
A Maniga tem especialistas para ajudar sua empresa a conquistar novos mercados. Cuidamos de todos os trâmites de importação, somos especialistas em processos door-to-door, ou seja, somos uma extensão do seu departamento de comércio exterior. O Brasil já é uma realidade em potencial econômico, novas oportunidades de importação estão surgindo a cada dia; é hora de aproveitar e deixar de lado o receio de ser um importador.
Entenda o Ex- Tarifário nas importações.
O regime de Ex-tarifário consiste na redução temporária da alíquota do imposto de importação dos bens assinalados como BK e/ou BIT na Tarifa Externa Comum do Mercosul, quando não houver a produção nacional. Ou seja, ele representa uma redução do custo na aquisição de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicação (BIT) quando trazido do exterior.
A importância desse regime consiste em três pontos fundamentais:
• viabiliza aumento de investimentos em bens de capital (BK) e de informática e telecomunicação (BIT) que não possuam produção no Brasil;
• possibilita aumento da inovação tecnológica por parte de empresas de diferentes segmentos da economia – conforme preconizado nas diretrizes da Plano Brasil Maior - PBM;
• produz um efeito multiplicador de emprego e renda sobre segmentos diferenciados da economia nacional.
A concessão do regime é dada por meio de Resolução nº 17 da Câmara de Comércio Exterior (Camex) após parecer do Comitê de Análise de Ex-Tarifários (Caex).
A importância desse regime consiste em três pontos fundamentais:
• viabiliza aumento de investimentos em bens de capital (BK) e de informática e telecomunicação (BIT) que não possuam produção no Brasil;
• possibilita aumento da inovação tecnológica por parte de empresas de diferentes segmentos da economia – conforme preconizado nas diretrizes da Plano Brasil Maior - PBM;
• produz um efeito multiplicador de emprego e renda sobre segmentos diferenciados da economia nacional.
A concessão do regime é dada por meio de Resolução nº 17 da Câmara de Comércio Exterior (Camex) após parecer do Comitê de Análise de Ex-Tarifários (Caex).
Mais informações no link http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=2&menu=1174
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quarta-feira, 15 de maio de 2013
Feiras e Exposições Internacionais - 2013
No link abaixo é possível encontrar as principais feiras e exposições, que acontecerão em 2013, pelo mundo.
http://www.feiraspelomundo.com.br/home/03fd0b9a-a5bc-11e1-8f14-0022196d0182
Nas feiras e exposições é possível encontrar ótimas oportunidades de negócios com empresas internacionais. A Maniga oferece os melhores serviços door-to-door para nacionalização de mercadorias, matérias primas, máquinas e equipamentos do imobilizado.
confira em nosso site - www.maniga.com.br
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Exportador - divulgue sua empresa e produtos para o mundo.
no site do vitrine do exportador está disponível o "Manual da Vitrine", importante para entender como fazer a vitrine virtual e divulgar a empresa e produtos para o mercado internacional.
http://www.vitrinedoexportador.gov.br/
Para serviços de desembaraço aduaneiro visite nosso site: www.maniga.com.br
Download do Calendário de Exposições e Feiras 2013
No link abaixo é possível fazer download do calendário em PDF.

http://expofeiras.gov.br/informacoes-uteis
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Conseguindo boas oportunidades de negócios internacionais entre em contato com a Maniga para providenciarmos o processo de importação door-to-door. Fazemos todos os preparativos, tais como; habilitação da empresa no RADAR, solicitação de orçamento no exterior, elaboramos planilhas de custos antes e após a importação , auditoria de qualidade antes do embarque, classificação correta do NCM, vistoria dos documentos para evitar problemas com a alfândega brasileira, contratação de frete e seguro marítimo ou aéreo, etc....
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
Aeroporto de Viracopos bate recorde de importação para o mês de abril
O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), registrou recorde histórico para o mês de abril nas importações. Segundo a concessionária que administra o terminal aéreo, foram processadas 15,3 mil toneladas de materiais, número 3,4% acima do maior índice registrado anteriormente, em abril de 2011.
Segundo a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, o levantamento indica ainda que a as importações ficaram 16% acima do registrado em abril de 2012. Somando-se o que foi processado também nas exportações, este foi o segundo na série histórica dos últimos 13 anos para o mês, com 23,8 mil toneladas.
Segundo a concessionária, desde agosto do ano passado, foram investidos cerca de R$ 30 milhões na modernização do Terminal de Cargas de Viracopos. O local possui uma área de aproximadamente 75.000m² e é responsável por movimentar mais de 32% do total de carga aérea importada no país.
Ainda segundo a Aeroportos Brasil Viracopos, o local é equipado com um maquinário moderno, como transelevadores, que automatizam o processo de distribuição e armazenamento das cargas, câmaras frigoríficas e mais de cem empilhadeiras. (fonte: g1.globo.com)
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Transporte Marítimo Internacional - Acidentes e Incidentes
Assista no link abaixo uma aula esclarecedora sobre os acidentes e incidentes no transporte marítimo internacional.
Na aula são tratados os Acidentes e Incidentes da Navegação. São apresentadas as modalidades de avarias marítimas, diferenciando avaria simples (ou particular) de avaria comum (ou grossa). São tratados os principais incidentes marítimos, como encalhe, alijamento, arribada, varação e recalada. O professor Fábio Gentil aborda ainda a limitação de responsabilidade e o equilíbrio de forças no transporte internacional de cargas.
https://www.youtube.com/watch?v=JwYCX10Clic
Na aula são tratados os Acidentes e Incidentes da Navegação. São apresentadas as modalidades de avarias marítimas, diferenciando avaria simples (ou particular) de avaria comum (ou grossa). São tratados os principais incidentes marítimos, como encalhe, alijamento, arribada, varação e recalada. O professor Fábio Gentil aborda ainda a limitação de responsabilidade e o equilíbrio de forças no transporte internacional de cargas.
https://www.youtube.com/watch?v=JwYCX10Clic
Entenda o "Drawback"
DRAWBACK – Direitos ou taxas de importação devolvidos por um governo, no todo ou em parte, quando as mercadorias importadas são reexportadas ou usadas na manufatura de produtos exportados. Ou ainda, o regime aduaneiro especial denominado drawback consiste na importação de mercadoria destinada a beneficiamento, utilização na fabricação, complementação ou acondicionamento de outra a ser exportada. Os estímulos previstos para o o regime drawback, considerados como incentivos à exportação, são concedidos sob a forma de restituição, isenção ou suspensão de tributos.
DRAWBACK-RESTITUIÇÃO – Na modalidade de restituição, os incentivos do drawback são concedidos pela Superintendência da Receita Federal, mediante crédito fiscal a ser utilizado em qualquer importação posterior. O direito ao benefício é constituído pelo Certificado de Crédito Fiscal.
DRAWBACK-ISENÇÃO – Nesta modalidade, os incentivos são concedidos pela CACEX, sendo condição para a concessão do benefício a comprovação das exportações, já realizadas, de mercadorias, em quantidade e valor determinados, em cuja produção foram aplicados os insumos importados.
DRAWBACK-SUSPENSÃO – Este benefício fiscal é condicionado ao compromisso de exportar, no prazo estipulado no ato concessório, mercadorias em quantidade e valor determinados, em cuja produção serão aplicados os insumos a serem exportados. Os prazos de suspensão do pagamento dos tributos incidentes nas importações efetuadas sob o regime especial de drawback variam de acordo com o tipo de mercadoria. No caso de mercadorias destinadas à produção de bens de capital, por exemplo, por prazo compatível com a fabricação e exportação daqueles bens.
DRAWBACK-RESTITUIÇÃO – Na modalidade de restituição, os incentivos do drawback são concedidos pela Superintendência da Receita Federal, mediante crédito fiscal a ser utilizado em qualquer importação posterior. O direito ao benefício é constituído pelo Certificado de Crédito Fiscal.
DRAWBACK-ISENÇÃO – Nesta modalidade, os incentivos são concedidos pela CACEX, sendo condição para a concessão do benefício a comprovação das exportações, já realizadas, de mercadorias, em quantidade e valor determinados, em cuja produção foram aplicados os insumos importados.
DRAWBACK-SUSPENSÃO – Este benefício fiscal é condicionado ao compromisso de exportar, no prazo estipulado no ato concessório, mercadorias em quantidade e valor determinados, em cuja produção serão aplicados os insumos a serem exportados. Os prazos de suspensão do pagamento dos tributos incidentes nas importações efetuadas sob o regime especial de drawback variam de acordo com o tipo de mercadoria. No caso de mercadorias destinadas à produção de bens de capital, por exemplo, por prazo compatível com a fabricação e exportação daqueles bens.
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terça-feira, 7 de maio de 2013
Novo viaduto para acesso ao Porto de Santos entra em operação.
Já está em operação o novo viaduto da Avenida Perimetral da Margem Esquerda do Porto. A obra foi inaugurada na manhã deste domingo com a expectativa de recuperar, em média, cinco horas diárias perdidas por conta do gargalo rodoferroviário no acesso à região portuária de Guarujá.
O elevado tem acesso na Avenida Santos Dumont, em Vicente de Carvalho, e passa pela linha férrea, evitando que os caminhões que chegam pela Rua do Adubo tenham que atravessar a ferrovia, ficando presos quando os trens estão operando.
O diretor de Infraestrutura da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Paulino Vicente, classificou o dia de ontem como "histórico" para o Porto de Santos. Ele lembra, no entanto, que o viaduto faz parte da primeira fase das obras da Perimetral de Guarujá que prevê, ainda, o alargamento da Avenida Santos Dumont, permitindo a implantação no trecho portuário de cinco pistas e no trecho do município, quatro e uma ciclovia.
"Esperamos maior fluidez e menos filas, com reflexos na rodovia. Por enquanto, não há mudanças de mão nas vias, apenas o próprio acesso e o fluxo do viaduto. No futuro, mudará, com a conclusão da primeira fase, quando teremos quatro pistas exclusivas para caminhões na Avenida Santos Dumont. Essa primeira fase está prevista para ser concluída em julho", explica a diretora de Trânsito e Transporte Público de Guarujá, Quetelin Scalioni. (Fonte: A Tribuna)
O elevado tem acesso na Avenida Santos Dumont, em Vicente de Carvalho, e passa pela linha férrea, evitando que os caminhões que chegam pela Rua do Adubo tenham que atravessar a ferrovia, ficando presos quando os trens estão operando.
O diretor de Infraestrutura da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Paulino Vicente, classificou o dia de ontem como "histórico" para o Porto de Santos. Ele lembra, no entanto, que o viaduto faz parte da primeira fase das obras da Perimetral de Guarujá que prevê, ainda, o alargamento da Avenida Santos Dumont, permitindo a implantação no trecho portuário de cinco pistas e no trecho do município, quatro e uma ciclovia.
"Esperamos maior fluidez e menos filas, com reflexos na rodovia. Por enquanto, não há mudanças de mão nas vias, apenas o próprio acesso e o fluxo do viaduto. No futuro, mudará, com a conclusão da primeira fase, quando teremos quatro pistas exclusivas para caminhões na Avenida Santos Dumont. Essa primeira fase está prevista para ser concluída em julho", explica a diretora de Trânsito e Transporte Público de Guarujá, Quetelin Scalioni. (Fonte: A Tribuna)
Pouca informação explica menor participação de pequenos no comércio exterior.
Apesar das micro e pequenas empresas (MPEs) representarem 45% das companhias exportadoras brasileiras em 2011, a soma do valor em dólares das vendas externas dessas firmas representava apenas 0,8% do total das transações.
Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A principal razão para a fraca participação, dizem especialistas, é a falta de informação sobre como exportar, além do pouco conhecimento sobre mercados externos.
Muitas MPEs desconhecem as vantagens da internacionalização, que incluem isenções fiscais de IPI, PIS e Cofins em algumas modalidades de exportações.
Com foco nas vantagens do mercado externo, uma pequena empresa de Mogi das Cruzes (SP) conquistou espaço em diversos países antes de seu lançamento no Brasil. Segundo Jeferson Umezaki, gerente comercial da MN Própolis, a empresa fundada em 1992 já nasceu exportando toda a produção para o Japão.
Especializada em produtos orgânicos e derivados do mel, somente 12 anos depois, em 2004, a empresa passou a desenvolver produtos para atender ao mercado interno.
Umezaki diz que o fundador da empresa, Norihito Matsuda, sabia da demanda por própolis no Japão quando o produto ainda era pouco conhecido por aqui. Atualmente, a MN Própolis exporta para mais de dez países.
Nos últimos anos, passou a se dedicar também ao consumidor local e, hoje, 50% do faturamento da empresa já vem do mercado interno. (Fonte: Folha de S. Paulo)
Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A principal razão para a fraca participação, dizem especialistas, é a falta de informação sobre como exportar, além do pouco conhecimento sobre mercados externos.
Muitas MPEs desconhecem as vantagens da internacionalização, que incluem isenções fiscais de IPI, PIS e Cofins em algumas modalidades de exportações.
Com foco nas vantagens do mercado externo, uma pequena empresa de Mogi das Cruzes (SP) conquistou espaço em diversos países antes de seu lançamento no Brasil. Segundo Jeferson Umezaki, gerente comercial da MN Própolis, a empresa fundada em 1992 já nasceu exportando toda a produção para o Japão.
Especializada em produtos orgânicos e derivados do mel, somente 12 anos depois, em 2004, a empresa passou a desenvolver produtos para atender ao mercado interno.
Umezaki diz que o fundador da empresa, Norihito Matsuda, sabia da demanda por própolis no Japão quando o produto ainda era pouco conhecido por aqui. Atualmente, a MN Própolis exporta para mais de dez países.
Nos últimos anos, passou a se dedicar também ao consumidor local e, hoje, 50% do faturamento da empresa já vem do mercado interno. (Fonte: Folha de S. Paulo)
sexta-feira, 3 de maio de 2013
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