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terça-feira, 13 de novembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
Aumento de exportações chinesas: um bom sinal para o crescimento.
O aumento das exportações chinesas em outubro, anunciado neste sábado durante o terceiro dia do congresso do Partido Comunista Chinês (PCC), em Pequim, é um sinal de um salto de crescimento da segunda economia do planeta e se soma a bons indicadores econômicos publicados na sexta-feira.
As exportações da segunda economia mundial aumentaram para 175,6 bilhões de dólares, uma alta de 11,6% em um ano, informou a alfândega chinesa.
As importações, por sua vez, aumentaram 2,4%, para 143,600 bilhões de dólares, o que elevou o excedente comercial para outubro a 32 bilhões de dólares, contra 27,7 bilhões em setembro.
"As cifras do comércio, somadas aos indicadores que apontam para uma melhoria na demanda interna publicados na sexta-feira, trazem a reconfortante ideia de uma aceleração do crescimento", disse Li-Gang Liu, economista do banco ANZ, de Hong Kong.
"Sobre a base das cifras de outubro, em particular a alta de 9,6% da produção industrial, pensamos que o crescimento econômico da China voltará a aumentar", disse Lu Ting, economista do Bank of America-Merrill Lynch.
O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) caiu a mais de um ano e meio para situar-se no terceiro trimestre a 7,4%, contra 10,7% em média na última década.
Durante seu discurso no congresso do PCC, o presidente Hu Jintao, fixou a meta para seu sucessor, Xi Jinping, de duplicar a renda por habitante em dez anos, o que implica em manter uma alta anual do PIB acima de 7% até 2020.
Apesar das boas cifras de outubro, o volume do comércio exterior só aumentou 6,3% nos dez primeiros meses de 2012, contra mais de 20% no ano passado, disse a alfândega.
"Penso que será muito difícil alcançar a meta de 10%" de crescimento da balança comercial para todo o ano", disse ministro chinês de Comércio, Chen Deming, citado pelo jornal China Daily.
A desaceleração do crescimento do comércio exterior e principalmente das exportações tornam urgente a reorientação da economia chinesa para dar um lugar maior à demanda interna.
Esta orientação pode satisfazer aos sócios comerciais da China, mas só se for acompanhada por uma alta das importações, pois muitos países - com os Estados Unidos em primeiro lugar - têm se queixado do déficit comercial com Pequim.
Nos dez primeiros meses do ano, as exportações da China aumentaram em 7,8%, a 1,67 bilhões de dólares, enquanto que as importações subiram 4,6%, a 1,49 bilhões, pelo que Pequim registrou um excedente comercial de 180,200 bilhões de dólares.
Em seu discurso, Hu Jintao indicou que a China quer "dar a mesma importância à exportação e à importação" mas também "constituir novas vantagens em matéria de exportação" pelas "excelentes técnicas" e "a boa qualidade" de seus produtos.
Nos dez primeiros meses do ano, o comércio da China com a União Europeia, seu maior sócio comercial, que atravessa dificuldades pela crise da dívida soberana, contraiu 3% a 452,800 bilhões de dólares, disse a alfândega.
O comércio com os Estados Unidos, segundo sócio comercial do gigante asiático, aumentou em 9,4%, a 396,100 bilhões de dólares, no mesmo período.
Já os negócios com o Japão, país com quem a China possui desde setembro um conflito territorial no mar da China Oriental, retrocedeu 2,1%, a 275,5 bilhões de dólares, nos dez primeiros meses.
(fonte:http://br.noticias.yahoo.com/aumento-exporta%C3%A7%C3%B5es-chinesas-bom-sinal-crescimento-140948738--finance.html)
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Norma que põe fim à guerra dos portos é aprovada.
Os secretários de Fazenda aprovaram a normatização da Resolução 13, antiga 72, conhecida como “resolução da guerra dos portos”. Com o consenso durante reunião extraordinária do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), a unificação em 4% do ICMS incidente sobre os produtos importados passa a valer a partir do dia 1º de janeiro de 2013.
Todos os procedimentos que precisarão ser adotados pelos Estados foram definidos no momento da importação dos produtos. Silvano Alencar, secretário de Fazenda do estado do Piauí, explicou que, na reunião, foram definidos todos os procedimentos que precisarão ser adotados pelos Estados no momento da importação dos produtos.
“Cada cláusula do protocolo diz como as empresas terão que proceder e aí ficará fácil para que todos os Estados, já sabendo o procedimento, possam fiscalizar para ver se esses produtos efetivamente têm o componente de importação nos porcentuais previstos na lei para que eles tenham ou não benefício”, disse Alencar.
O Confaz definiu, entre os procedimentos, que devem ser adotados, no caso de operações com bens e mercadorias importadas que tenham sido industrializados, a empresa deverá preencher a FCI (ficha de conteúdo de importação) com dados sobre o produto comprado.
Entre as informações que devem constar estão a descrição da mercadoria ou bem, o código de classificação da NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul), o código da mercadoria, o valor da parcela importada do exterior, o valor total da saída interestadual e o conteúdo de importação, entre outros. (Fonte: Guia Marítimo)
Todos os procedimentos que precisarão ser adotados pelos Estados foram definidos no momento da importação dos produtos. Silvano Alencar, secretário de Fazenda do estado do Piauí, explicou que, na reunião, foram definidos todos os procedimentos que precisarão ser adotados pelos Estados no momento da importação dos produtos.
“Cada cláusula do protocolo diz como as empresas terão que proceder e aí ficará fácil para que todos os Estados, já sabendo o procedimento, possam fiscalizar para ver se esses produtos efetivamente têm o componente de importação nos porcentuais previstos na lei para que eles tenham ou não benefício”, disse Alencar.
O Confaz definiu, entre os procedimentos, que devem ser adotados, no caso de operações com bens e mercadorias importadas que tenham sido industrializados, a empresa deverá preencher a FCI (ficha de conteúdo de importação) com dados sobre o produto comprado.
Entre as informações que devem constar estão a descrição da mercadoria ou bem, o código de classificação da NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul), o código da mercadoria, o valor da parcela importada do exterior, o valor total da saída interestadual e o conteúdo de importação, entre outros. (Fonte: Guia Marítimo)
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Brindes Importados
Preparamos planilha de custos antes da importação.
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Importação de bens de capital tende a subir em 2013
Para crescer 4% como prevê, o Governo terá que estimular a produção industrial, incentivando a aquisição de ferramentas e máquinas-operatrizes
O ano de 2013 deve trazer um pouco de alívio para os importadores de máquinas e ferramentas industriais. Para elevar o PIB brasileiro, que vem de um desempenho fraco em 2012, em torno de 1,54%, para os 4% previstos pela equipe econômica, o Governo terá que, entre outras medidas, incentivar a produção interna de bens de consumo. E, para atender o aumento da demanda, o industrial brasileiro terá, necessariamente, que ampliar ou renovar o seu parque de máquinas. “A série histórica dos últimos 13 anos permite afirmar que a cada 1% de crescimento do PIB, as importações de bens de capital crescem 0,81%”, afirma o economista e professor Otto Nogami.
Palestrante convidado da Assembleia Geral da ABIMEI, realizada no dia 30 de outubro, Otto Nogami falou sobre o “Panorama atual da economia brasileira e perspectivas para 2013 no setor de bens de capital”. Embora os dados de 2012 não sejam alentadores, mostrando o nível de produção geral em queda, assim como a indústria de transformação e de bens de capital, os gráficos das importações de bens de capital e de ferramentas industriais apontam para uma tendência de alta no próximo ano, em um movimento iniciado já em setembro passado. Ao mesmo tempo, as importações de partes e peças para bens de capital usados na indústria, na agricultura e acessórios apontam para baixo, numa tendência de queda.
Segundo Nogami, não existe correlação entre o aumento da produção nacional de bens de capital e o aumento da importação. Ao contrário, para cada 1% de crescimento no nível de fabricação interna destes bens, as importações de máquinas caem 20,7%. “Identifica-se uma forte substitutibilidade no setor”, afirmou. A indústria nacional de máquinas perdeu competitividade, opera com desafagem tecnológica e amarga 15% de ociosidade este ano, devido á incerteza do industrial que prefere preservar o seu capital de giro e investir somente o necessário para continuar sobrevivendo. “Os custos de produção estão afetados e as margens foram consumidas. O industrial quer garantias para voltar a produzir”, disse.
Para o economista, a reativação da indústria nacional passa por uma decisão governamental, com a definição de uma política pública para o setor. “O Governo tem que dar o direcionamento, dentro de um planejamento de longo prazo”, afirmou. (fonte: Nilza Botteon)
Dar uma oportunidade à Lei dos Portos.
Ao longo da primeira década deste século, o Brasil experimentou uma retomada do crescimento econômico em patamares mais próximos dos níveis mundiais. Particularmente, no período de 2006 a 2011, a taxa média anual de crescimento do PIB brasileiro (4,2% ao ano) tem-se mantido ligeiramente superior àquela verificada em nível mundial (3,6% ao ano).
Para isso, é provável ter havido contribuição dos novos marcos regulatórios implantados no Brasil, entre eles a Lei 8.630/93, referida como Lei de Modernização dos Portos.
Contudo, a efetiva maturação do quanto nela preconizado enfrentou dificuldades tanto interna quanto externamente. No front interno, após quase duas décadas de crises econômicas, o planejamento público estratégico resultou negligenciado, com carência de políticas capazes de assegurar um ambiente favorável à ação empreendedora dos agentes econômicos privados, que só agora parece renascer com a Empresa de Planejamento e Logística (EPL). Externamente, tanto parceiros comerciais como concorrentes já vinham preparando-se, muito antes de 1993, para a notável expansão do comércio internacional, em ambiente tutelado pela exigência de crescente competitividade. Mas a grande verdade é que o modelo de gestão portuária nela contemplado ainda carece de implementação completa e eficaz - especialmente no que concerne às funções do poder público.
ler mais: http://netmarinha.uol.com.br/NetMarinha-Noticias.aspx?action=detail&k=2653&Dar-uma-oportunidade-a-Lei-dos-Portos
Para isso, é provável ter havido contribuição dos novos marcos regulatórios implantados no Brasil, entre eles a Lei 8.630/93, referida como Lei de Modernização dos Portos.
Contudo, a efetiva maturação do quanto nela preconizado enfrentou dificuldades tanto interna quanto externamente. No front interno, após quase duas décadas de crises econômicas, o planejamento público estratégico resultou negligenciado, com carência de políticas capazes de assegurar um ambiente favorável à ação empreendedora dos agentes econômicos privados, que só agora parece renascer com a Empresa de Planejamento e Logística (EPL). Externamente, tanto parceiros comerciais como concorrentes já vinham preparando-se, muito antes de 1993, para a notável expansão do comércio internacional, em ambiente tutelado pela exigência de crescente competitividade. Mas a grande verdade é que o modelo de gestão portuária nela contemplado ainda carece de implementação completa e eficaz - especialmente no que concerne às funções do poder público.
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Governo reduz imposto de importação sobre máquinas.
Brasília - A Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu o imposto de importação sobre diversos bens de capital e equipamentos de informática e telecomunicações, informou o Ministério da Previdência Social nesta quarta-feira, data da publicação da medida no ''Diário Oficial da União''.
As duas novas listas de produtos com tarifas de importação reduzidas incluem produtos como contêineres metálicos, motores, empacotadoras, guindastes, robôs industriais, fornos a gás natural, dessalinizadores e impressoras fotográficas de grande porte.
Os benefícios fiscais visam incentivar empresas que anunciaram investimentos de US$ 7,021 bilhões neste ano e que realizarão importações de US$ 340 milhões para montar suas indústrias no país, segundo um comunicado do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
Os setores mais beneficiados com os incentivos anunciados hoje são os de petróleo (31,37%), automotor (19,96%), peças de automóveis (11,47%), ferrovias (8,91%) e mineração (8,62%).
Entre os projetos beneficiados se destacam uma fábrica na cidade de Resende (RJ) que produzirá 200 mil veículos por ano, além da expansão do metrô da cidade de São Paulo e uma unidade com capacidade para produzir 20 mil toneladas de pneus por ano no Rio de Janeiro.
Esses produtos serão importados principalmente de Estados Unidos (44,8%), Alemanha (10,19%) e Itália (7,62%). A redução tarifária temporária vale até 30 de junho de 2014. (fonte: Exame.com)
As duas novas listas de produtos com tarifas de importação reduzidas incluem produtos como contêineres metálicos, motores, empacotadoras, guindastes, robôs industriais, fornos a gás natural, dessalinizadores e impressoras fotográficas de grande porte.
Os benefícios fiscais visam incentivar empresas que anunciaram investimentos de US$ 7,021 bilhões neste ano e que realizarão importações de US$ 340 milhões para montar suas indústrias no país, segundo um comunicado do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
Os setores mais beneficiados com os incentivos anunciados hoje são os de petróleo (31,37%), automotor (19,96%), peças de automóveis (11,47%), ferrovias (8,91%) e mineração (8,62%).
Entre os projetos beneficiados se destacam uma fábrica na cidade de Resende (RJ) que produzirá 200 mil veículos por ano, além da expansão do metrô da cidade de São Paulo e uma unidade com capacidade para produzir 20 mil toneladas de pneus por ano no Rio de Janeiro.
Esses produtos serão importados principalmente de Estados Unidos (44,8%), Alemanha (10,19%) e Itália (7,62%). A redução tarifária temporária vale até 30 de junho de 2014. (fonte: Exame.com)
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Receita Federal apreende produtos importados
A investigação da Receita Federal sobre a aquisição de produtos importados de forma ilegal por lojas de eletrônicos, em Maceió, culminou, na manhã de ontem, com a Operação Massayo. Contando com o apoio de agentes da Força Nacional, seis estabelecimentos, sendo dois no Shopping Pátio Maceió e quatro no Centro da capital, tiveram mercadorias apreendidas.
De acordo com as estimativas, foram recolhidos R$ 150 mil em produtos eletrônicos como notebooks, videogames (PS3 e X-Box) e máquinas fotográficas digitais. Todos eram comercializados como sendo devidamente legalizados, mas como não apresentavam notas fiscais, com a arrecadação dos impostos de importação, foram recolhidos.
Segundo Eliene Soares, chefe da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal, as empresas fornecedoras e revendedoras já vinham sendo investigadas. “Nós monitoramos diariamente as empresas que já vinham sendo investigadas e suas transações. Algumas são, inclusive, reincidentes”. (fonte: Gazeta de Alagoas)
De acordo com as estimativas, foram recolhidos R$ 150 mil em produtos eletrônicos como notebooks, videogames (PS3 e X-Box) e máquinas fotográficas digitais. Todos eram comercializados como sendo devidamente legalizados, mas como não apresentavam notas fiscais, com a arrecadação dos impostos de importação, foram recolhidos.
Segundo Eliene Soares, chefe da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal, as empresas fornecedoras e revendedoras já vinham sendo investigadas. “Nós monitoramos diariamente as empresas que já vinham sendo investigadas e suas transações. Algumas são, inclusive, reincidentes”. (fonte: Gazeta de Alagoas)
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Brindes Importados
Preparamos planilha de custos antes da importação.
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Novas regras para habilitação no Radar Siscomex.
Instrução Normativa RFB nº 1.288, de 31 de agosto de 2012
DOU de 3.9.2012
Estabelece procedimentos de habilitação de importadores, exportadores e internadores da Zona Franca de Manaus para operação no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) e de credenciamento de seus representantes para a prática de atividades relacionadas ao despacho aduaneiro.
O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto no art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, e nos arts. 2º e 3º da Portaria MF nº 350, de 16 de outubro de 2002, resolve:
Art. 1º A habilitação da pessoa física responsável por pessoa jurídica importadora, exportadora ou internadora da Zona Franca de Manaus (ZFM), para a prática de atos no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), e o credenciamento dos respectivos representantes para a prática de atividades relacionadas com o despacho aduaneiro, perante a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), deverão ser formalizados com observância do disposto nesta Instrução Normativa.
Parágrafo único. As disposições desta Instrução Normativa aplicam-se também aos órgãos da administração pública direta, autarquias, fundações públicas, órgãos públicos autônomos, organismos internacionais e a outras instituições extraterritoriais, bem como às pessoas físicas em seus próprios nomes.
ler IN na íntegra: http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/2012/in12882012.htm
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Brasil ainda tem longo caminho para ser um grande exportador de frutas..
O Brasil, terceiro maior produtor mundial de frutas, ainda tem um longo caminho a percorrer para se tornar também um grande exportador desses produtos. A opinião é deLuciana Pacheco, gerente de projetos do Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf), que está na Espanha participando da Fruit Attraction, feira de hortifruti que se realiza em Madri de 24 a 26 de outubro. Ela coordena, em parceria com a Apex no programa Brazilian Fruit, o estande do Brasil na feira, composto por empresas e entidades como a Associaçãoo Central dos Fruticultores do Norte de Minas (Abanorte), a Associação dos produtores de Limão do Jaiba (Aslim), governo de Minas Gerais, Gibran Exportação de Frutas cítricas, Rio Doce Importação e Exportação, Indaiá Exotic, entre outras.
ler mais: http://www.expressomt.com.br/economia-agronegocio/brasil-ainda-tem-longo-caminho-para-ser--36429.html
ler mais: http://www.expressomt.com.br/economia-agronegocio/brasil-ainda-tem-longo-caminho-para-ser--36429.html
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Acontece em SP - Salão do Automóvel.
SALÃO INTERNACIONAL DO AUTOMÓVEL
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1.209 - Parque do Anhembi - Santana
Horário: 24/10 das 14h às 22h (entrada até 21h) 25/10 à 03/11 das 13h às 22h (entrada até 21h) 04/11 das 11h às 19h (entrada até 17h)
Link: www.salaodoautomovel.com.br
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
OPERAÇÃO DESEMBARAÇO ZERO.
Nesta segunda (22/10), os Auditores-Fiscais das unidades aduaneiras estão convocados a colocar em prática a deliberação da Plenária Nacional, ocorrida nos dia 16 e 17 deste mês em Brasília (DF), que determinou a realização da denominada operação “Desembaraço Zero” em toda a zona primária do país. A operação deverá se estender até o dia 26.
A DEN (Diretoria Executiva Nacional) solicita que as DS (Delegacias Sindicais) enviem informações e imagens para o email jornalismo@sindifisconacional.org.br para divulgação. As publicações que repercutirem a operação também devem ser informadas à Comunicação. Outras duas semanas para realização da operação já estão agendadas - 19 a 23 de novembro e 10 a 14 de dezembro.
É importante destacar que a mobilização da zona primária nos demais períodos deve ser mantida com operação-padrão nos moldes atuais e que o crédito zero na zona secundária segue sem alterações.
Fonte: Sindifisco Nacional
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Brindes Importados
Preparamos planilha de custos antes da importação.
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